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Exames

ACETILCOLINA
Material de Coleta:
Soro.
Adulto:2,0mL
Criança:1,0 mL
Preparo do paciente:
Jejum de no mínimo 4 horas.
Descrição do Exame:
Anti-acetilcolina;
Miastenia gravis;
AChRab;
Acetilcolina,anticorpo ligador do receptor
Acetilcolina,anticorpo modulador do receptor
Acetilcolina,anticorpor bloqueador do receptor
Método:
Radioimunoensaio..
Consevação:
-20°C: 14 dias
Interferentes:
Hemólose.
Valor de Referência:
Visualizar no formato do resultado.
Interpretação:
É útil para o diagnóstico de miastenia gravis (MG) imunologicamente mediada, uma condição conseqüente à presença de anticorpos contra o receptor de acetilcolina, que ocasiona uma redução no número de junções neuromusculares em funcionamento, causando fraqueza muscular e fatigabilidade, que pioram com o esforço repetido. A condição costuma predominar na musculatura ocular, mas pode afetar todos os músculos esqueléticos. Os anticorpos ligantes do receptor de acetilcolina estão presentes em 90% dos indivíduos com forma generalizada de MG de início recente, em 81% dos portadores da forma generalizada que se encontra em remissão e em 71% das formas oculares puras. Na miastenia gravis congênita, geneticamente determinada, o exame é normal.
- Convém ressaltar que este teste não permite avaliar a intensidade do quadro de MG e pode se mostrar positivo em pessoas com insuficiência hepática ou em portadores da síndrome miastênica de Lambert-Eaton.
Setor:
ENDOCRINOLOGIA
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ACETONA
Material de Coleta:
Plasma Fluoretado.(5,0 mL)
Preparo do paciente:
Anotar os tipos de produtos químicos aos quais o paciente esteve exposto nos últimos sete dias.
Sugere-se que a coleta seja feita após a jornada de trabalho.
Descrição do Exame:
Acetona dosagem
Propanona
Dimetilcetona
Eter piroacetico 2
Método:
Cromatografia a gás com detector de ionização de chama..
Consevação:
Congelado -20C: 5 dias.
Interferentes:
Hemólise
Valor de Referência:
Menor que 2,0 mg/dL
Exposição ao Isopropanol:Menor que 5 mg/dL
NOTA: A LEGISLACAO BRASILEIRA (NR-7) NAO ESTABELECE VALORES DE REFERENCIA OU IBMP PARA A DOSAGEM DE ACETONA PLASMATICA.
Interpretação:
A acetona é rapidamente absorvida pelo trato respiratório, calculando- se em torno de 70% a absorção de determinada concentração inalada. O seu principal efeito tóxico ocorre no sistema nervoso central. A sua inalação determina irritação e congestão brônquica, bradicardia e hipotermia.
Setor:
Toxicologia
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ACETONA,URINA
Material de Coleta:
Urina recente - 20 mL
Preparo do paciente:
Fazer higiene da genitália com água e sabão, desprezar o 1º jato de urina, coletar o jato médio.
Sugere-se que a coleta seja feita no final de jornada de trabalho.
Descrição do Exame:
Acetona dosagem
AcetonÚria dosagem
Propanona
Dimetilcetona
Eter piroacetico
Método:
Cromatografia a gás com detector de ionização de chama e "head space"..
Consevação:
Congelar imediatamente após a coleta.
Recomenda-se encher totalmente o frasco de urina para diminuir a volatilidade.
Estável por 5 dias a -20°C.
Interferentes:
*
Valor de Referência:
Menor que 0,3 mg/dL
Exposição à Acetona:Menor que 10 mg/dL (EUA, ACGIH-BEI)
Exposição ao Isopropanol:Menor que 5,0 mg/dL(EUA, ACGIH-BEI)
NOTA: A LEGISLACAO BRASILEIRA (NR-7) NAO ESTABELECE VALORES DE REFERÊNCIA OU IBMP PARA A DOSAGEM DE ACETONA URINÁRIA.
Interpretação:
A acetona é rapidamente absorvida pelo trato respiratório, calculando- se em torno de 70% a absorção de determinada concentração inalada. O seu principal efeito tóxico ocorre no sistema nervoso central. A sua inalação determina irritação e congestão brônquica, bradicardia e hipotermia.
Setor:
Toxicologia
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ÁCIDO 5-HIDROXI INDOLACÉTICO
Material de Coleta:
Urina de 24 horas com conservador ácido.
Obrigatório acidificar com HCL 50% , 5 mL para cada 1 litro de urina (adultos e criancas) refrigerado e protegido da luz desde o início da coleta, caso pH não o esteja entre 3 e 4 o mesmo deve ser ajustado para este valor.
Preparo do paciente:
Dieta:
O paciente deverá permanecer 24 horas sem usar qualquer medicação e sem ingerir os alimentos abaixo relacionados, pois interferem no resultado: Abacate, Abacaxi, Ameixa, Banana, Beringela, Pickles, Nozes, Tomate.
Alguns medicamentos podem interferir, e o médico deve estar ciente da necessidade do uso e somente ele pode suspendê-lo: Acetaminofen, Ácido Acético, Ácido Dehidroxifenilacético, Ácido Gentísico, Ácido Homogentísico, Fenotiazinas, Formaldeído, Imipramina, Isoniazida, Inibidores da Mao, L-Dopa, (Levodopa) Metil Dopa, Morfina, Naproxifeno, Salicilatos, Xaropes para tosse com gliceril guacolato.
Descrição do Exame:
5 HIAA
Ácido 5 hidroxi indol acético
Ácido 5-hidroxi-indol-acético
Método:
Cromatografia líquida de alta eficiência(HPLC)S.
Consevação:
Refrigerada 2 a 8°C: 5 dias protegido da luz.
Congelada -20°C: 20 dias.
Interferentes:
Alimentos ricos em serotonina devem ser evitados antes e durante a coleta. Medicamentos usados podem interferir no resultado do exame: levodopa, imipramina, acido dihidrofenilacetico, metildopa, antidepressivo IMAO, morfina, acetominofen, acido acetico, salicilatos, formaldeido, isoniazida, fenotiazinas, xaropes com glicerilguacolato e naproxifeno.
Valor de Referência:
2,0 a 9,0 mg/24 horas.
Interpretação:
O 5-HIAA é um metabólito da serotonina usado como marcador de tumores carcinóides (tumores neuroendócrinos que originam-se principalmente nos tratos respiratórios e gastrointestinais). Alimentos ricos em serotonina devem ser evitados antes e durante a coleta. As concentrações do 5-HIAA podem estar normais com tumores carcinóides não metastáticos e na síndrome carcinóide, particularmente, em pacientes sem diarréia. Alguns pacientes com síndrome carcinóide excretam ácidos indólicos não hidroxilados que não são medidos pelo teste do 5-HIAA. O 5-HIAA encontra-se aumentado nos pacientes com má- absorção e níveis aumentados de metabólitos urinários do triptofano (doença celíaca, sprue tropical, Doenca de Whipple, fibrose cística, etc.), e em pacientes com obstrução crônica do trato intestinal além de alguns pacientes com tumores de ilhota não carcinóides. Seus níveis exibem uma correlação ruim com a gravidade da doença. Níveis aumentados são observados na gravidez, ovulação e estresse.
Setor:
Toxicologia.
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ÁCIDO ASCÓRBICO
Material de Coleta:
Soro
Centrifugar imediatamente após a coleta e congelar.
Proteger da luz.
Temperatura ambiente não é aceitável.
Preparo do paciente:
Jejum de 8 horas.
Descrição do Exame:
Vitamina C
Acido ascorbico
Método:
Cromatografia líquida de alta eficiência(HPLC).
Consevação:
Congelada -20C: 10 dias.
Interferentes:
Amostra descongelada e desprotegida da luz.
Diminuído: Contraceptivos orais, Aspirina, Barbitúricos, Estrógenos, Metais pesados, Nitrosaminas e Paraldeido.
Valor de Referência:
0,4 a 1,5 mg/dL
Interpretação:
A dosagem de ácido ascórbico, ou vitamina C, é útil na avaliação nutricional e na detecção de estados de deficiência dessa vitamina. O ácido ascórbico está envolvido com o processo de maturação do colágeno, com a síntese de esteróides e com o catabolismo da tirosina. A deficiência de vitamina C causa o escorbuto, que ocasiona sangramento subperiosteal, gengival e subcutâneo, em decorrência da fragilidade do colágeno. Essa condição, no entanto, é atualmente bastante rara em decorrência da ampla oferta de alimentos contendo vitamina C. Ocasionalmente, porém, o escorbuto pode ser observado em indivíduos com hábitos alimentares muito inadequados, ou associado ao alcoolismo e à insuficiência renal.
Setor:
Toxicologia
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ÁCIDO CÍTRICO
Material de Coleta:
Urina das 24 horas.
Preparo do paciente:
Colher a amostra em HCl 50%, 10mL/L de urina.
Ao acordar, anotar o horário e esvaziar a bexiga normalmente.
Colher no frasco todas as amostras de urina - da segunda micção em diente, até a primeira do dia seguinte.
Manter refrigerado durante e após a coleta.
Não fazer esforço físico durante a coleta.
O cliente deve manter sua rotina diária.
Não é necessário aumentar a ingestão de líquidos, exceto sob orientação médica.
Descrição do Exame:
Ácido Cítrico
Citratúria.
Citrato no Urina.
Método:
Enzimático..
Consevação:
Refrigerada entre 2-8°C:7 dias .
Interferentes:
Aumenta: corticóides, oxalatos, fosfatos, sulfatos, chumbo.
Diminui: acetazolamida, clortiazida, hidroclortiazida
Amostra colhida sem conservantes.
Valor de Referência:
Até 12 anos: 0,9 a 2,77 mmoL/24 h = 173,0 a 532,0 mg/24 h
> 12 anos : 1,3 a 6,0 mmoL/24 h = 250,0 a 1152,0mg /24h
Interpretação:
A determinação do ácido cítrico na urina é utilizada na exploração do metabolismo do fósforo e cálcio, das tubulopatias e dos ácidos do ciclo de krebs. O citrato tem importância marcante na calculose urinária recidivante. A hipocitratúria pode ocorrer de forma isolada ou associada a hipercalciúria, hiperuricosúria, hiperoxalúria e distúrbios instestinais. O citrato administrado via oral leva a um aumento na reabsorção tubular renal de cálcio, promovendo hipocalciúria. A elevação do pH urinário, que acompanha a administração de citrato, aumenta a solubilização do ácido úrico. A suplementação de citrato reduz a taxa de formação de novos cálculos e o crescimento dos cálculos já existentes.
Setor:
Bioquimica
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ÁCIDO DELTA AMINO LEVULÍNICO
Material de Coleta:
Urina em amostra isolada ou de 24 horas.
Preparo do paciente:
Para coleta das 24 horas, colher em ácido acético 8M 10mL/L de urina.Anotar o volume total urinário.
Para coleta da amostra isolada, colher a amostra no inicio ou no final da jornada de trabalho.
Colher em frasco ambar.
Descrição do Exame:
Ácido Delta Amino Levulínico - ALA-U
Método:
Espectrofotometria ultavioleta/visível..
Consevação:
Refrigerada 2a 8°C:7 dias.
Proteger da luz.
Interferentes:
Barbitúricos, Cloridazepóxido, Clorpropramida, Diazepam, Ergotamina, Estógenos, Etanol, Hidantoína, Sulfamídicos.
Recomenda-se iniciar a monitorização após um mês de exposição.
Valor de Referência:
Até 4,5 mg/g de creatinina (NR-7,1994,MT/Br)
IBMP: 10,0 mg/g de creatinina (NR-7,1994,MT/Br)
Interpretação:
É um marcador biológico que reflete na interferência do chumbo na síntese do heme.
Este exame é útil no diagnóstico de porfirias e como teste indireto de exposição e intoxicação por chumbo. O ácido deltaminolevulínico (ALA) é um metabólito intermediário da síntese do anel porfirínico, que faz parte da hemoglobina, da mioglobina e dos citocromos. O ALA eleva-se durante a fase aguda da porfiria aguda intermitente, da coproporfiria hereditária e da porfiria variegata, podendo ser normal fora dessas crises.
Tais doenças apresentam manifestações clínicas bastante semelhantes, caracterizadas por episódios intermitentes de dor abdominal, neuropatia periférica e distúrbios psiquiátricos, muitas vezes precipitados por medicamentos como barbitúricos. É possível ainda encontrar o ALA elevado durante a gestação, na tirosinemia hepatorrenal e na intoxicação por chumbo. Neste último caso, observa-se ainda o aumento das coproporfirinas, enquanto o porfobilinogênio se mostra normal ou diminuído. Em crianças, a determinação do ALA é mais sensível na avaliação de intoxicação por chumbo do que a determinação da plumbemia.
Setor:
Toxicologia
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ÁCIDO FÓLICO
Material de Coleta:
Soro - 1mL
Não utilizar plasma.
Preparo do paciente:
8 horas de jejum.
Descrição do Exame:
Ácido Fólico
Folato
Método:
Quimioluminescência..
Consevação:
Refrigerado 2-8°C : 7 dias.
Até 30 dias a -20°C: 30 dias.
Interferentes:
Exposição à luz.
Plasma
Valor de Referência:
Acima de 5.0 ng/mL.
Interpretação:
O folato, assim como vitamina B12, é essencial para a síntese de DNA, o que é necessário para o amadurecimento normal dos eritrócitos. Os seres humanos obtêm folato através da dieta incluindo frutas, vegetais verdes, levedo, e vísceras. O folato é absorvido através do intestino delgado e armazenado no fígado.
As causas da deficiência de folato incluem uma dieta fraca em folato, a má absorção devido a doenças gastrointestinais, gravidez, e drogas tais como a fenitoína. A deficiência de folato está também associada com o alcoolismo crônico. A deficiência de folato e vitamina B12 impedem a síntese de DNA, causando anemias macrocíticas. Essas anemias são caracterizadas pelo amadurecimento anormal dos precursores de eritrócitos na medula, a presença de megaloblastos, e a diminuição da vida útil dos eritrócitos.
Já que a deficiência de ambos o folato e a vitamina B12 podem causar a anemia macrocítica, o tratamento adequado depende do diagnóstico diferencial da deficiência.
Aumentados em:
• Anemia perniciosa (ou pode estar normal)
• Vegetarianos
• Transfusão de sangue.
• Falsamente aumentados para o normal em alguns pacientes com grave deficiência de ferro (por motivos desconhecidos).
Diminuída em:
• Nutricional (pode cair relativamente rápido).
Alcoolismo é a causa mais comum
Doença crônica
Anorexia nervosa
Infância, prematuridade, velhice
Hemodiálise
• Necessidade aumentada devida ä acentuada proliferação celular
Gravidez
Hipertireoidismo
Neoplasia (leucemia aguda, carcinoma metastático)
Setor:
Endocrinologia
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ÁCIDO HIPÚRICO
Material de Coleta:
Urina: amostra isolada - 50 mL
Preparo do paciente:
Colher a urina no último dia da semana no final da jornada de trabalho.
Colher em frasco âmbar.
Descrição do Exame:
Ácido Hipúrico
Tolueno
Método:
Cromatografia Líquida de Alta Perfomance - HPLC.
Consevação:
Refrigerada a 2-8°C: 15 dias.
Interferentes:
Ameixa, pêssego,grão de café, bebida e alimentos conservados com benzoatos,refrigerantes, margarinas, mostarda, ketchup, alguns tipos de pães, alguns tipos de sucos de frutas industrializadas, consumo de álcool, antidepressivos IMAO (exemplo: isocarboxazida), femprobamato, dietilpropriona.
Valor de Referência:
Até 1,5 g/g de creatinina (NR-7,1994,MT/Br)
IBMP:2,5 g/g de creatinina (NR-7,1994,MT/Br)
Interpretação:
O teste é útil no acompanhamento de indivíduos profissionalmente expostos ao tolueno (toluol).O tolueno está presente nas colas, gosolina, solventes, agentes de limpeza, entre outros. É também utilizado como produto químico iniciador na síntese de outros produtos químicos orgânicos, tais como o uretano, poliuretano e benzeno. A exposição humana ao tolueno ocorre a partir do uso ocupacional, no ambiente doméstico, através da inalação com fins de abuso e da exposição ambiental. Dietas ricas em alimentos que contêm o ácido benzóico ou precursores dessa substância, como o ácido quínico, podem elevar os valores do ácido hipúrico urinário.
Setor:
Toxicologia.
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ÁCIDO HOMOGENTÍSICO
Material de Coleta:
Urina recente (amostra isolada) - 30 mL.
Colher o jato médio da primeira urina da manhã,após assepsia.Colher em frasco âmbar, manter refrigerado e protegido da luz.
Colher em frasco contendo vaselina líquida suficiente para cobribrir a urina ou encher bem o frasco, tampar bem evitando o contato com o ar.
Preparo do paciente:
Não fazer uso de creme e/ou óvulo vaginal, ducha e/ou lavagem interna, nas 48 horas que antecedem o exame.
Não deve ter feito uso de contraste radiológico nas 48 horas que antecedem o exame.
Descrição do Exame:
Alcaptonuria, Pesquisa
Alcaptona, Pesquisa
Método:
Vários método qualitativos:
Teste do Cloreto férrico,
Teste da redução do reativo de Benedict.
Consevação:
Refrigerada 2 a 8°C: 2 dias
Congelada : Não aceitável.
Interferentes:
Evitar o contato da urina com o ar.
Aspirina,L-DOPA e ácido ascóbico.
Valor de Referência:
Negativo.
Interpretação:
O acido homogentísico é um intermediário no metabolismo da tirosina. Na alcaptonúria há acúmulo deste nos fluídos e tecidos corporais devido a ausência congênita da enzima ácido homogentísico oxidase. O acúmulo do ácido resulta em urina escura e alcalina desde o nascimento, sendo que a ocronose e artrite manifestam-se na vida adulta.
Setor:
Toxicologia
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ÁCIDO HOMOVALÍNICO
Material de Coleta:
Urina de 24 horas.
Preparo do paciente:
Colher a urina em HCl 50% , 10mL/L de urina.
Informar o medicamento em uso, dose e tempo de uso.
Durante as últimas 24 horas que anteceder a coleta da urina, não ingerir café, chá, refrigerantes com coca e não fumar.
Descrição do Exame:
Ácido Homovalínico
Método:
Cromatografia Líquida de Alta Perfomance - HPLC.
Consevação:
Refrigerada a 2-8°C: 15 dias .
Interferentes:
Café,chá,refrigerantes contendo coca e fumo.
Valor de Referência:
3 a 6 anos...: 1,4 a 4.3 mg/24h
6 a 10 anos..: 2.1 a 4.7 mg/24h
10 a 16 anos: 2.4 a 8.7 mg/24h
Adultos......: 1.4 a 8.8 mg/24h
Interpretação:
O ácido homovalínico (HVA) e o principal metabólito urinário da dopamina. Cerca de 75% dos pacientes com
neuroblastoma excretam níveis elevados de HVA e ácido vanilmandélico (VMA). Níveis elevados também são
encontrados no feocromocitoma, ganglioneuroblastomas e Síndrome de Riley-Day. Excreção do HVA pode ser
intermitente. Aproximadamente 20% dos pacientes com elevação do HVA não tem neuroblastoma. Concentrações
sofrem interferncias de alguns alimentos, tabaco, álcool etílico e drogas. O paciente devera permanecer 7 dias sem
ingerir os seguintes medicamentos ou conforme orientação do seu médico assistente: descongestionantes nasais,
broncodilatadores, metildopa, tetraciclina, cloropromazina, quinidina, aspirina, dissulfiran, reserpina, piridoxina e
levodopa. Em casos de investigacao para neuroblastoma é sugerida também a dosagem do VMA.
Setor:
Toxicologia
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ÁCIDO LÁTICO
Material de Coleta:
Colher sangue em 1 tubo com anticoagulante fluoreto de sódio.
Centrifugar, no máximo em até 30 minutos após a coleta, a 2200 g por 15 minutos.
Preparo do paciente:
Colher amostra após 1 hora em repouso.
Evitar garroteamento.
Descrição do Exame:
Lactato
Método:
Enzimático.
Consevação:
Refrigerado 2 a 8 ºC: 24h.
Congelada -20°C: 30 dias.
Interferentes:
Hemólise
Valor de Referência:
Repouso: 5,7 mg/dL a 22,0 mg/dL.
Após atividade física, espera-se que ocorra elevação do lactato. Não existe, no entanto, valores de referência definidos para o lactato pós exercício.
Interpretação:
Eleva-se nas seguintes situações:
coleta difícil ou com garroteamento excessivo;
falência circulatória;
glicogenoses;
defeitos da função da mitocôndria;
acidemias orgânicas.
É formado principalmente após a quebra de glicose, em condições anaeróbicas, e possui dois isômeros: o L-lactato, de produção endógena, e o D-lactato, sintetizado por bactérias intestinais. Somente o L-lactato é dosado neste exame.
O ácido láctico, medido antes e depois do exercício, permite avaliar a capacidade respiratória muscular. Em situações de acidose de causa indeterminada, nas quais os níveis de ácido láctico (L-lactato) sejam normais e exista alguma doença que favoreça a proliferação bacteriana intestinal, recomenda-se a dosagem de ácido D-láctico no plasma.
Setor:
Bioquímica
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ÁCIDO MANDÉLICO
Material de Coleta:
Para fazer a coleta, é necessário estar há duas horas sem urinar.
- O cliente não pode ingerir bebida alcoólica nas 24 horas que antecedem ao exame.
- Para mulheres, o ideal é não fazer o teste na ocasião da menstruação.

II - Material
Urina isolada.
A coleta de urina deve ser feita no fim da jornada de trabalho, em frasco âmbar, após, no mínimo, dois dias seguidos de exposição.
Já para a investigação de exposição ao etilbenzeno, a coleta precisa ser feita no fim do turno do último dia da semana trabalhada, também em frasco âmbar.
Preparo do paciente:
O paciente não pode ingerir bebida alcoólica nas 24 horas que antecedem ao exame.
Para mulheres, o ideal é não fazer o teste na ocasião da menstruação.
Descrição do Exame:
Alfa Hydroxyphenylacetic Acid
Etil Benzeno
Etil-Benzeno
Etilbenzeno
Estireno
Método:
Cromatografia líquida da alta perfomance(HPLC).
Consevação:
Refrigerada 2 a 8°C: 3 dias
-20°C: 6 dias
Interferentes:
Bebida alcoólica.
Valor de Referência:
Não defenido pela NR-7, 1994 - MT/Br
IBMP para o ESTIRENO: 0,8 G/G creatinina (NR-7,1994,MT/Br)
IBMP para ETIL-BENZENO: 1,5 G/G creatinina (NR-7,1994,MT/Br)
Interpretação:
O ácido mandélico é o principal indicador biológico da exposição ocupacional ao estireno, que ocorre durante a produção de polímeros plásticos, como poliestireno, resinas (acrilonitrila-estireno), borracha sintética e produtos de fibra de vidro. O estireno é absorvido em cerca de 98% pela via pulmonar e em 2% pela pele.
O esforço físico durante a exposição favorece a absorção. Essa substância sofre biotransformação pela fração microssômica do fígado, mas a ingestão de etanol
inibe tal processo. Menos de 3% do estireno é excretado na forma inalterada, 85%, na forma de ácido mandélico na urina e o restante, na forma de ácido fenilglioxílico na urina. A excreção ocorre em duas fases distintas, a primeira de 6 a 7 horas após a exposição e a segunda em cerca de 16 horas após o fim da exposição.
O estireno possui os seguintes efeitos tóxicos:
- irritação da pele e das mucosas;
- neurotoxicidade central, predominante nas exposições agudas;
- neurotoxicidade periférica, predominante nas exposições crônicas;
- hepatotoxicidade, provavelmente por exercer depleção sobre a glutationa reduzida;
- carcinogenia, provavelmente devido às ações dos metabólitos epóxidos, como o ácido mandélico.
O etilbenzeno é outra substância que é metabolizada em ácido mandélico. Este solvente é utilizado como aditivo em combustível e na produção de estireno.
O etilbenzeno tem também como metabólito o ácido fenilglioxílico. Estes metabólitos precisam ser coletados na urina após no mínimo dois dias de exposição ao solvente.
Setor:
Toxicologia
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ÁCIDO METIL HIPÚRICO
Material de Coleta:
Urina em amostra isolada - 50 mL.
Preparo do paciente:
Colher a urina no último dia da semana no final da jornada de trabalho.
Colher a amostra em frasco âmbar.
Descrição do Exame:
Ácido Metil Hipúrico
Método:
Cromatografia Líquida de Alta Perfomance-HPLC.
Consevação:
Refrigerada 2 a 8°C: 15 dias .
Interferentes:
A ingestão de álcool inibe a biotransformação dos Xilenos e diminui a excreção urinária do Ácido Metil Hipúrico.
Valor de Referência:
Não definido pela NR-7,1994,MT/Br
IBMP: 1,5 g/g de creatinina (NR-7,1994,MT/Br)
Interpretação:
É um indicador biológico da exposição ocupacional ao xileno, representa mais de 95% da fração metabolizada dos xilenos (dimetilbenzenos). Os xilenos são utlizados como thiner para tintas e lacas, agentes de limpeza além de outros usos industriais.
Setor:
Toxicologia
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ÁCIDO OXÁLICO
Material de Coleta:
*Urina das 24 horas colhida com conservante ácido.(50 ml).
Anotar o volume total de 24 horas.

* Urina isolada:
Urina recente ou após 4 horas de retenção ,acidificar com HCL 50%.
O material deve ser colhido de preferência no laboratório.
Sendo a coleta feita em casa, trazer o material ao laboratório no prazo máximo de 1 hora.
Evitar medicamento que contenha Vitamina C, durante 48 horas antes da coleta.
Sugere-se dieta destes alimentos durante 48 horas antes da realização do exame ou conforme orientação médica: evitar limão; abacaxi; morango; gelatina; acerola; laranja; alimentos ricos em cálcio (leite e derivados); espinafre; tomate.
A dieta fica a critério do médico solicitante.
Não colher durante o período de cólica renal.
Preparo do paciente:
Colher a amostra em HCl 50%, 10 mL/L de urina.Manter refrigerada.
Nos três dias anteriores ao início da coleta, o paciente não deve ingerir vitamina C na forma de cristais ou cápsulas ou em qualquer formulação farmacêutica.
Mulheres não podem fazer uso de creme e/ou óvulo vaginal nas últimas 24 horas antes de começarem a coleta e, idealmente, não devem fazer o exame durante a menstruação.
Descrição do Exame:
Ácido Oxálico
Oxalato
Método:
Enzimático..
Consevação:
Até 15 dias a 2-8°C .
Interferentes:
Vitamina C
Valor de Referência:
Urina de 24 horas.
Criança.....: 13 a 38 mg/24h
Mulher.....: 4 a 31 mg/24h
Homem....: 7 a 44 mg/24h

Urina isolada:
1 a 6 meses : 56 a 175 mg/g creatinina
6 a 12 meses : 48 a 139 mg/g creatinina
1 a 2 anos : 40 a 103 mg/g creatinina
2 a 3 anos : 32 a 80 mg/g creatinina
3 a 5 anos : 24 a 64 mg/g creatinina
5 a 7 anos : 24 A 56 mg/g creatinina
Maior que 7 anos: 16 A 48 mg/g creatinina
Interpretação:
A excreção urinária do oxalato é um preditor de nefrolitíase. Hiperoxalaturia é detectável em 30% dos pacientes com cálculos urinários compostos por oxalato. A dieta e o uso de ácido ascórbico podem alterar os resultados. Hiperoxalúria pode decorrer de má absorção intestinal, doenças inflamatórias intestinais, pós- operatórios de bypass intestinal, intoxicação por etineloglicol e ingestão insuficiente de cálcio. Em condições normais, o oxalato urinário é derivado da dieta, particularmente do metabolismo do ácido ascórbico e da glicina. A administração de doses elevadas de ácido ascórbico (vitamina C) pode causar elevação nos níveis urinários de oxalato. Na hiperoxalúria primária, os valores se encontram entre 100 e 600 mg/24 horas. Na hiperoxalúria secundária, que se deve a doenças inflamatórias intestinais, à enterocolite e à redução do intestino delgado, entre outras causas, a excreção geralmente fica entre 60 e 100 mg/24 horas. As duas formas de hiperoxalúria podem ser causas de formação de cálculos urinários, razão pela qual o teste é útil na avaliação de indivíduos com nefrolitíase. Vale salientar que níveis elevados de oxalato são também encontrados na intoxicação por polietilenoglicol.
Setor:
Toxicologia.
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ÁCIDO ÚRICO NA URINA
Material de Coleta:
*Urina de 24 horas com conservante alcalino.(50 mL, anotar o volume de 24 horas).

*Urina isolada:10 mL,com conservante alcalino (Bicarbonato de Sódio)
Preparo do paciente:
Colher urina em Bicarbonato de sódio 5g/L de urina, manter refrigerada.
Descrição do Exame:
Urocusúria
Método:
Enzimático.
Consevação:
Refrigerado 2 a 8 ºC: 15 dias.
Interferentes:
Álcool, diuréticos e anti-inflamatórios, vitamina C.
Valor de Referência:
De 250,0 a 750,0 mg/24 horas.
Interpretação:
Cerca de 70% do ácido úrico é eliminado pelos rins sendo útil no acompanhamento de pacientes com calculose renal e hiperuricosúrias. Níveis elevados de ácido úrico urinário podem resultar de hiperprodução de ácido úrico na gota, leucemia mielóide crônica
Setor:
Bioquímica
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ÁCIDO ÚRICO NO SORO
Material de Coleta:
1 mL de soro
Preparo do paciente:
Jejum de 8 horas
Descrição do Exame:
Ácido Úrico no Sangue
Uricemia
Ácido Úrico
Método:
Enzimático.
Consevação:
Refrigerado 2 a 8 ºC: 7 dias
Interferentes:
Hemólise
Valor de Referência:
Homen: 3,0 a 7,0 mg/ dL
Mulher: 2,5 a 6,0 mg/ dL
Interpretação:
O ácido úrico é o metabólito final das purinas no ser humano. É excretado pelos rins e seu nível sérico depende do equilíbrio entre ingestão, síntese endógena, filtração glomerular e sistemas complexos de reabsorção e excreção tubular. Não há correlação entre o nível sérico e o urinário de ácido úrico.
Sua determinação é útil no diagnóstico das hiperuricemias, como as encontradas na gota, na calculose e na nefropatia úricas, na insuficiência renal e também em neoplasias, leucemias, linfomas, mieloma, policitemia, toxemia da gravidez, psoríase e glicogenose tipo I. O ácido úrico também está associado com hiperlipidemia, obesidade, diabetes, ingestão de álcool, acromegalia, sarcoidose e hipertensão. Por outro lado, seus níveis encontram-se reduzidos em situações como síndrome de Fanconi, doença de Wilson e secreção inapropriada de hormônio antidiurético. Além disso, há diminuição do ácido úrico sob efeito de drogas como alopurinol, Aspirina® em altas doses, contrastes radiológicos e vitamina C em doses elevadas.
Setor:
Bioquímica
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ÁCIDO VALNIL MANDELICO
Material de Coleta:
Urina de 24 horas - 50 mL anotar o volume total.
Preparo do paciente:
O paciente deverá permanecer durante todo o período da coleta do material sem fumar e sem ingerir: café, chá e refrigerantes com cola.
Colher a amostra em HCl 50%,20mL/L de urina.
Descrição do Exame:
Ácido Vanil Mandélico
VMA
Método:
Cromatografia Líquida de Alta Peformance -HPLC.
Consevação:
Refrigerada 2 a 8°C: 7 dias
Interferentes:
Medicamento que interferem:
PODEM PROVOCAR AUMENTO:
Alfa-bloqueadores:
Fentolamina, fenoxibenzamina, e prazosin
Antidepressivos:
Amitriptilina, amoxapina, desmipramina, imipramina e nortriptilina
Antihistaminicos:
Difenilhidramina, clorfeniramina e prometazina
Antipsicóticos:
Clorpromazina, clozapina, ferfenazina, haloperidol
Beta-bloqueadores:
Atenolol, labetolol, metoprolol, nadalol, findolol, propranolol, timolol
Antagonistas dos canais de cálcio:
Felodipina, nicardipina, nifedipina, verapamil
Drogas catecolamina-like:
Epinefrina, norepinefrina, dopamina, metildopa
Diuréticos:
Hidroclorotiazida, furosemida
Inibidores da monoaminoxidase:
Fenelzine
Estimulantes:
Cafeína, nicotina, aminofilina, teofilina
Simpaticomimeticos:
Albuterol, anfetaminas, efedrina, isoproterenol, metaproterenol, pseudoefedrina e terbutalina
Vasodilatadores:
Diazoxido, hidralazina, isossorbida, minoxidil, nitroglicerina e outros nitratos e nitritos
Outros:
Cocaina, insulina, levodopa, metilfenidato, metoclopramida, morfina, naloxona, fentazocina, proclorperazina e TRH
PODEM PROVOCAR DIMINUIÇÃO:
Anti-hipertensivos:
Captopril, clonidina, guanabenz, guanetidina, guanfacina, reserpina
Agonista dopaminergico:
Bromocriptina
Outros:
Dissulfiram,Metirosina e octreotida
*Siga a orientação do seu médico ao suspender ou não o medicamento.
Valor de Referência:
Até 6,6 mg/24horas.
Interpretação:
É o principal metabólito das catecolaminas adrenalina e noradrenalina e sua excreção urinária está aumentada em pacientes portadores de feocromocitoma, ganglioneuroma e neuroblastoma. Em cerca de 20 a 30% dos neuroblastomas a dosagem de VMA pode ser normal, mas na maioria das vezes são encontradas alterações de outros parâmetros laboratoriais que permitem o diagnóstico: catecolaminas e metanefrinas, por exemplo. A triagem para feocromocitoma recomendada consiste na dosagem de metanefrinas e VMA na urina.Todos os métodos disponíveis estão sujeitos a variações e interferências, tais como drogas que inibam a atividade da enzima responsável pelo metabolismo do VMA (monoaminoxidase), L-Dopa. Em outras doenças graves, tais como choque e insuficiência respiratória e neoplásicas podem ser observados valores elevados.
Setor:
Toxicologia
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ÁCIDO VALPRÓICO
Material de Coleta:
Soro - 1mL
Preparo do paciente:
Colher a amostra antes da primeira tomada do medicamento.
Anotar o dia e a hora da última tomada do medicamento e dia e hora da coleta.
Descrição do Exame:
Ácido Valpróico
Valproato de Sódio
Acido dipropilacetico
Depakene
Valpakine
Depakote
Divalproato
Torval
Anticonvulsivante
Método:
Quimioluminescência.
Consevação:
Refrigerado 2 a 8°C : 15 dias
-20°C : 30 dias
Interferentes:
Fenobarbital,Fenitoina e Carbamazepina aumentam o metabolismo do ácido valpróco.
Valor de Referência:
Nível terapêutico: 50,0 a 100,0 ?g/mL
Nível tóxico : Acima de 200,0 ?g/mL
Interpretação:
O ácido valpróico é um medicamento anticonvulsivante usado essencialmente no tratamento de ataques de ausência, no tratamento de ataques espasmódicos tônicos e parciais, quando utilizado em conjunto com outros agentes antiantiepiléticos.Também é utilizado nos distúrbios bipolares e na profilaxia da enxaqueca. Sua dosagem é útil para monitorização dos níveis terapêuticos e de sua toxicidade.
O metabolismo do ácido valpróico é hepático sendo que drogas que induzem o citocromo P450 como a carbamazepina, fenitoína, fenobarbital e primidona reduzem seus níveis.
Pacientes com hipoalbuminemia podem ter toxicidade mesmo com níveis normais (valores acima de 200,0ng/mL são considerados tóxicos) e, alguns pacientes necessitam de níveis sérico superior aos valores de referência para controle das compulsões.
Setor:
Toxicologia
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ACTH
Material de Coleta:
Plasma (EDTA) - 1 mL
Preparo do paciente:
Colher a amostra em tubo gelado, separar e congelar imediatamente após a coleta em tubo plástico.
Informar o medicamento em uso.
Descrição do Exame:
ACTH
Hormonio adrenocorticotrofico
Hormonio corticotrofico
Corticotrofina
Método:
Quimioluminescência.
Consevação:
Congelado a -20°C : 30 dias.
Interferentes:
Podem aumentar:
Metapirona e stress.
Podem diminuir:
Dexametasona e glicocorticóides.
Valor de Referência:
Até 46.0 pg/mL
Interpretação:
O ACTH, corticotrofina ou hormônio adrenocorticotrófico, é produzido pela hipófise anterior, é o principal responsável pelo controle da produção de esteróides pela córtex adrenal. A produção de ACTH pela hipófise está sujeita a uma série de fatores que agem por via hipotalâmica ou diretamente na hipófise. O hipotálamo atua principalmente via produção do hormônio liberador de corticotrofina (CRH), cuja secreção é sujeita a uma série de estímulos como estresse (físico ou emocional), rítmo circadiano e hipoglicemia.O principal controlador da produção de ACTH, na forma de um feedback negativo, é o cortisol. Desta maneira, em condições de fisiologia normal, um excesso de cortisol ou de um glicocorticóide sintético induz supressão na produção do ACTH endógeno. O ACTH apresenta um ritmo de secreção circadiano, com valores mais elevados no início da manhã e mais baixos à tarde, sendo responsável pelo ritmo de secreção característico do cortisol. As principais indicações para dosagem do ACTH plasmático são no diagnóstico diferencial da Síndrome de Cushing e no da insuficiência adrenal. Também é útil no acompanhamento de pacientes em uso de glicocorticóides para supressão de hiperfunção adrenal seletiva, devido a defeito de síntese. No caso do diagnóstico diferencial da Síndrome de Cushing, a dosagem de ACTH é de fundamental importância para a distinção entre doença de Cushing (conseqüente a tumor hipofisário produtor de ACTH), onde está elevado, e tumores primários da adrenal, em que a produção de ACTH estará suprimida. Nos casos de Síndrome de Cushing conseqüentes a produção ectópica de ACTH por tumores (principalmente de pulmão), os níveis de ACTH podem ser extremamente elevados. Nos casos de insuficiência adrenal, a dosagem de ACTH plasmático é extremamente útil no diagnóstico diferencial entre insuficiência primária, quando os níveis serão elevados, e secundária, onde serão baixos. - Interferentes: metapirona, estresse (podem aumentar); dexametasona e outros glicocorticóides sintéticos podem diminuir os níveis plasmáticos de ACTH.
Setor:
Endocrinologia
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ACTINA
Material de Coleta:
Soro - 1 mL
Preparo do paciente:
Jejum de 8 horas
Descrição do Exame:
Anticorpo anti actina
Anti actina
Método:
Imunofluorescência Indireta.
Consevação:
Temperatura ambiente:8 horas
Refrigerado 2a 8°C: 7 dias
Congelado -20°C: 3 meses
Interferentes:
Lipemia.
Valor de Referência:
Negativo
Interpretação:
É útil no diagnóstico de hepatite auto-imune (HAI). O anticorpo antiactina (AAA) é um subgrupo dos anticorpos antimúsculo liso que se dirige contra a F-actina, uma proteína vital e abundante do citoesqueleto celular. O anticorpo antimúsculo liso com especificidade anti-F-actina é considerado um marcador de HAI tipo I, aparecendo em títulos iguais ou superiores a 1/160 em mais de 90% das pessoas que se encontram na fase aguda da doença, assim como em 20% dos indivíduos que apresentam uma síndrome de superposição: hepatite auto-imune e cirrose biliar primária. O anticorpo antimúsculo liso que não tem especificidade anti-F-actina é menos específico, podendo ser encontrado em decorrência de quadros virais e estados inflamatórios inespecíficos.
Setor:
Imunologia
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ADENOSINA DEAMINASE
Material de Coleta:
1,0 mL de líquido ascítico,pericárdico,pleural colhido sem anticoagulantes, no mesmo dia da coleta.
Soro- 1,0 mL refrigerado.
Preparo do paciente:
Não se aplica.
Descrição do Exame:
Adenosina deaminase,vários materiais
Método:
Colorimétrico, de Giusti..
Consevação:
Refrigerado 2 a 8°C:72 horas.
Interferentes:
*
Valor de Referência:
Líquido pleural, ascítico ou pericárdico: até 40 U/L.
Soro: de 10 a 25 U/L
Interpretação:
O teste é útil no diagnóstico etiológico diferencial dos derrames pleurais e pericárdicos e nas ascites.
A enzima adenosina deaminase (ADA), que catalisa a conversão da adenosina em inosina, é produzida e liberada por linfócitos e macrófagos durante a resposta imune celular. Nos líquidos de derrame, a sensibilidade e a especificidade deste exame são de 100% e 92%, respectivamente.
Setor:
Imunologia
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ADENOVÍRUS IgM
Material de Coleta:
1mL de Soro.
Preparo do paciente:
Jejum não obrigatório.
Descrição do Exame:
Adenovírus
Método:
Enzimaimunoensaio..
Consevação:
Refrigerado entre 2 a 8°C: 7 dias.
Congela a -20°C: 30 dias.
Interferentes:
Hemólise e/ou Lipemia.
Valor de Referência:
Negativo:Indice inferior a 0,90
Positivo: Indice superior a 1,10
Indeterminado: Indice entre 0,90 a 1,10
Interpretação:
Os Adenovirus são um grupo de vírus muito frequentes de genoma de DNA duplo (dupla hélice). Não possuem envelope bilipídico e são extremamente resistentes. Há mais de 40 sorotipos, e a infecção com um não dá imunidade contra os outros. São infecções mais freqüentes nas crianças, mas também afetam adultos. A infecção é por contaminação com detritos fecais ou mais raramente secreções de outros órgãos.
Causam várias doenças tais como:
Gastroenterites, com vômitos, diarréia, dor abdominal e náuseas.
Conjuntivite.
Faringite.
Pneumonia e hepatite principalmente em imunideprimidos.
Setor:
Imunologia
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ADENOVÍRUS IgG
Material de Coleta:
1 mL de soro.
Preparo do paciente:
Jejum não obrigatório.
Descrição do Exame:
Adenovírus

Método:
Enzimático..
Consevação:
Até 15 dias a 2-8°C e até 30 dias a -20°C .
Interferentes:
Hemólise e/ou Lipemia.
Valor de Referência:
Negativo:Indice inferior a 0,90
Positivo: Indice superior a 1,10
Indeterminado: Indice entre 0,90 a 1,10
Interpretação:
Os Adenovirus são um grupo de vírus muito frequentes de genoma de DNA duplo (dupla hélice). Não possuem envelope bilipídico e são extremamente resistentes. Há mais de 40 sorotipos, e a infecção com um não dá imunidade contra os outros. São infecções mais freqüentes nas crianças, mas também afetam adultos. A infecção é por contaminação com detritos fecais ou mais raramente secreções de outros órgãos.
Causam várias doenças tais como:
Gastroenterites, com vômitos, diarréia, dor abdominal e náuseas.
Conjuntivite.
Faringite.
Pneumonia e hepatite principalmente em imunideprimidos.
Setor:
Imunologia.
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ALBUMINA
Material de Coleta:
1,0 mL de soro.

(*)Para a realização do exame em líquidos corporais,não realizamos a coleta destes tipos de amostras, o material deve vir colhido e refrigerado..
Preparo do paciente:
Soro:Jejum de 8 horas
Soro:A coleta deve ser feita de preferência pela manhã, devido ao efeito circadiano.
Líquidos corporais:Nao realizamos a coleta destes tipos de amostras, o material ja deve vir colhido.
Descrição do Exame:
Albumina no soro
Albumina em liquidos corporais(ascítico, pleural)(*)
Método:
Colorimétrico.
Consevação:
Soro e líquidos corporaes:
Refrigerado 2 a 8ºC: 7 dias
Congelado -20°C: 30 dias
Interferentes:
Concentrações altas de bilirrubina, hemoglobina e triglicerídeos.
Valor de Referência:
3,5 a 4,8 g/dL
Interpretação:
A albumina é uma das principais frações proteicas do sangue, é útil no diagnóstico do estado nutricional e da capacidade de síntese hepática. Atua na manutenção da pressão osmótica e serve de transportador para bilirrubina, ácidos graxos, drogas, hormônios e outras substâncias solúveis em água.
Em algumas situações clínicas, o conhecimento dos níveis de albumina é suficiente e até pode oferecer algumas vantagens em relação à proteína total no diagnóstico diferencial entre transudatos e exsudatos. Indivíduos cronicamente submetidos a uma dieta com baixo teor de proteínas e portadores de insuficiência hepática apresentam níveis séricos de albumina abaixo da normalidade. Pessoas com perda renal de proteínas também podem ter hipoalbuminemia.
O gradiente de albumina soro-ascite maior ou igual a 1,1 g/dL, particularmente com albumina serica relativamente preservada (superior a 3,0 g/dL), tem precisão de 97% de diferenciar a ascite causada por hipertensao portal da de outras causas.
Setor:
Bioquímica
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ÁLCOOL ETÍLICO
Material de Coleta:
Urina em amostra isolada - 10mL. Recomenda-se encher totalmente o recipiente para diminuir a volatilidade da amostra.
Plasma (Fluoretado)- 5 mL.
Preparo do paciente:
Sangue:
Não é recomendado a utilização de substância alcoólica para assepsia da punção venosa.
Utilizar sabão neutro ou solução da Dakin.
É obrigatório o preenchimento do questionário.
Urina:
Fazer higiene da genitália com água e sabão, secar, desprezar o 1º jato de urina
Colher o jato médio da urina com retenção de 4 horas entre as micções.
Informar se é urina início ou final de jornada quando for exposição ocupacional.
Descrição do Exame:
Álcool Etílico
Etanol
Método:
Cromatografia Gasosa..
Consevação:
Urina:
Congelado a -20°C: 5 dias.

Plasma:
Congelado a -20°C: 5 dias.
Interferentes:
A ingestão voluntária de etanol deve ser investigada e descartada antes da utilização desta determinação com vistas à monitorização da exposição ocupacional.
Valor de Referência:
Plasma:
Negativo: Até 5,0 mg/dL
Urina:
Negativo: até 5,0 mg/dL
Interpretação:
Os efeitos tóxicos do álcool no fígado estão diretamente relacionados com o seu metabolismo.A desidrogenase alcoólica é uma enzima solúvel encontrada em altas concentrações no fígado, o que parece desempenhar o papel principal no metabolismo do álcool.A principal via de absorção é a oral, e a mais importante manifestação da intoxicação pelo etanol é a depressão do sistema nervoso central. A intoxicação aguda provoca alteração digestiva e nervosa, enquanto a intoxicação crônica provoca alterações digestivas, hepáticas, cardiovasculares, sanguíneas, endócrinas e psíquicas. O tipo de bebida alcoolica, a concentração do etanol, o ritmo de ingestão e a presença de alimentos no trato gastrointestinal podem alterar a taxa de absorção.
Setor:
Toxicologia.
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ALDOLASE
Material de Coleta:
2,0 mL de soro
Preparo do paciente:
Para realizar o exame, o paciente não pode ter feito biópsia muscular nos últimos 30 dias, nem eletroneuromiografia nos últimos 15 dias.
Descrição do Exame:
Aldolase
Método:
Cinético U.V.
Consevação:
Temperatura ambiente: 5 horas.
Temperatura ambiente:2 dias
Refrigerado 2 A 8°c: 20 dias
Interferentes:
Hemólise
Valor de Referência:
Até 7,6 U/I.
Interpretação:
A determinação sérica da aldolase é de grande importância clínica na avaliação das doenças primárias da musculatura esquelética..
É útil no diagnóstico e no seguimento de miopatias. Níveis muito elevados podem ser encontrados na distrofia muscular progressiva. A substância aumenta também em outras miopatias, incluindo dermatopolimiosites, e em certas hepatopatias, em neoplasias e no infarto do miocárdio.
Setor:
Bioquímica
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ALDOSTERONA
Material de Coleta:
Soro - 1mL
Preparo do paciente:
Colher a amostra após 60 minutos de repouso.
Anotar o teor de sódio da dieta e o medicamento em uso.
Anotar a postura (deitado ou em pé) da coleta.
Separar e congelar imediatamente após a coleta.
Descrição do Exame:
Aldosterona
Método:
Radioimunoensaio.
Consevação:
Refrigerado:2 a 8°C:15 dias
Congelado -20°C: 30 dias
Interferentes:
A critério médico, devem ser suspensos, pelo menos duas semanas antes da realização do exame os anti-inflamatórios não steróides, anti-hipertensivos (beta bloqueadores, inibidores da enzima de conversão, agentes bloqueadores da ação da angiotensina II, diuréticos tiazídicos, poupadores de potássio e de alça, bloqueadores do canal de cálcio. A spironolactona deve ser suspensa 6 semanas antes da coleta.
Valor de Referência:
Dieta normossódica: Sentado/em pé: 4,0 A 31,0 ng/dL
Deitado...........: 1,0 A 16,0 ng/dL
Interpretação:
A aldosterona é secretada pela glandula adrenal. A sua producao e regulada pelo sistema renina-angiotensina. Elevações ocorrem no hiperaldosteronismo primário e secundário, dieta pobre em sódio, gravidez e Sindrome de Bartter. Reduções são observadas em alguns casos de hiperplasia adrenal congenita, deficiêcia de síntese, dieta rica em sódio, Doença de Addison e no hipoaldosteronismo hiporreninêmico. O principal uso clínico da dosagem de aldosterona (sérica e urinária) é o diagnóstico de hiperaldosteronismo primário. O sistema renina-angiotensina responde rapidamente a vários estímulos fisiológicos, tornando uma medida randômica de aldosterona, isolada, de pouco valor diagnostico.
Setor:
Endócrinologia
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ALDOSTERONA
Material de Coleta:
Urina de 24 horas
Preparo do paciente:
Dieta conforme orientação médica.
Informar se foi orientada a coleta após a sobrecarga ou sob restrção de sal.
Descrição do Exame:
Aldosterona Urina
Método:
Radioimunoensaio.
Consevação:
Refrigerada 2 a 8°C.:7 dias
Congelada -20ºC: 30 dias
Interferentes:
A critério médico, devem ser suspensos, pelo menos duas semanas antes da realização do exame os anti-inflamatórios não steróides, anti-hipertensivos (beta bloqueadores, inibidores da enzima de conversão, agentes bloqueadores da ação da angiotensina II, diuréticos tiazídicos, poupadores de potássio e de alça, bloqueadores do canal de cálcio. A spironolactona deve ser suspensa 6 semanas antes da coleta.
Ao receber o material verificar o volume urinario total:
* Até 04 anos: questionar volume > 500 mL.
* 05 a 09 anos: questionar volume > 700 mL.
* 10 a 14 anos: questionar volume > 1000 mL.
* maiores de 15 anos: questionar volume > 2500 mL ou < 500 mL.
-Investigar se o paciente seguiu as instrucoes corretamente ou se tem algum problema que cause excesso de urina, por exemplo, diabetes
Valor de Referência:
Dieta Normossódica: 6,0 a 25,0 µg/24 h
Dieta Hipossódica...: 17,0 a 44,0 µg/24h
Dieta Hiperssódica...: Menor que 6,0 µg/24h
Interpretação:
A aldosterona é secretada pela glandula adrenal. A sua producao e regulada pelo sistema renina-angiotensina. Elevações ocorrem no hiperaldosteronismo primário e secundário, dieta pobre em sódio, gravidez e Sindrome de Bartter. Reduções são observadas em alguns casos de hiperplasia adrenal congenita, deficiêcia de síntese, dieta rica em sódio, Doença de Addison e no hipoaldosteronismo hiporreninêmico. O principal uso clínico da dosagem de aldosterona (sérica e urinária) é o diagnóstico de hiperaldosteronismo primário. O sistema renina-angiotensina responde rapidamente a vários estímulos fisiológicos, tornando uma medida randômica de aldosterona, isolada, de pouco valor diagnostico.
Setor:
Endocrinologia
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ALFA 1 GLICOPROTEÍNA ÁCIDA
Material de Coleta:
1,0 mL de soro
Preparo do paciente:
Jejum de 8 horas
Descrição do Exame:
Seromucóide
Glicoproteina ácida
Método:
Turbidimetria.
Consevação:
Refrigerada 2 a 8°C :7 dias
Congelada -20°C: 30 dias.
Interferentes:
Lipemia e hemólise
Valor de Referência:
De 50,0 a 130,0 mg/dL.
Interpretação:
Representa um dos mais importantes indicadores de atividade inflamatória. Aumenta na artrite reumatóide, no lúpus eritematoso disseminado e na ileíte de Crohn, assim como em neoplasias, sobretudo metastáticas, queimaduras, trauma, infarto do miocárdio, estados associados com proliferação celular exagerada e também após exercício físico violento. Por outro lado, diminui na desnutrição, em hepatopatias severas, em enteropatias com perda protéica e na gravidez. A determinação da alfa-1-glicoproteína ácida em derrames cavitários igualmente pode ser útil: os níveis são baixos em transudatos, intermediários em exsudatos inflamatórios e elevados em exsudatos causados por neoplasias.
Setor:
Bioquímica
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ALFA FETOPROTEÍNA
Material de Coleta:
Soro - 1mL
Preparo do paciente:
Anotar a idade,data da última menstruação e uso de medicamentos.
Amostras de sangue materno devem ser coletadas entre a 15ª e a 21ª semana de gravidez.
Descrição do Exame:
Alfafetoproteína
AFP
Método:
Quimioluminescência.
Consevação:
Refrigerado 2 a 8°C: 7 dias.
Congelado - 20°C: 30 dias.
Interferentes:
*
Valor de Referência:
Até 8,1 ng/mL
Interpretação:
A alfafetoproteína (AFP) é uma glicoproteína de peso molecular de aproximadamente 69.000 daltons.
É sintetizada pelo saco gestacional (vesícula vitelínica), trato gastrointestinal e principalmentepelo fígado feta1. Pequenas quantidades podem ser produzidas pelos rins e placenta. Os níveis plasmáticos fetais atingem o pico entre 10-13 semanas de gestação, declinam exponencialmente entre 14 e 32 semanas e ainda mais acentuadamente até o termo. A queda na concentração plasmática fetal da AFP pode ser atribuída ao aumento do volume
sangüíneo fetal e à diminuição de sua síntese.
A alfa-fetoproteína tem valores normais de até 8,1 ng/ml. Aumentos de alfa-fetoproteína em pacientes com tumores de células germinativas de testículo denotam a presença de componente não-seminomatoso, assim como presença de tumores não-disgerminomatosos em pacientes com tumores de células germinativas de ovário. A vida média da alfa-fetoproteína é de cinco a sete dias. Este marcador tem sido também utilizado no diagnóstico de pacientes com carcinoma hepatocelular, em conjunto com a ultra-sonografia abdominal.
O ressurgimento de valores elevado tem sido observado não só durante a gravidez mas também em conjunto com muitas doenças benignas e malignas.
Valores elevados:
Cancro testicular diferente de seminoma, doenças malignas como carcinoma hepatocelular, cancro gastrintestinal e cancro pulmonar.
Setor:
Endocrinologia.
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ALFA-1 ANTITRPSINA
Material de Coleta:
Fezes,sem conservantes,congeladas,colhidas sem uso de laxantes ou supositório.
Preparo do paciente:
Não é necessario dieta.
Antes de coletar as fezes, urinar para evitar a contaminação do material.
Evitar o uso de laxantes, substâncias digestivas, contraste oral e supositórios nos 3 dias que antecedem ao exame e no dia da coleta.
Defecar em vasilhame limpo e seco.
Recém-nascido e criança que usa fralda: colher utilizando saquinho coletor de urina para evitar a diluição do material.
Descrição do Exame:
Anti Protease nas fezes
Anti tripsina
Alfa 1 antitripsina fecal
Anitripsina
Método:
Nefelometria.
Consevação:
Congelada -20°C:2 dias
Interferentes:
Uso de laxantes, supositórios, contrastes ou de substâncias digestivas.
Valor de Referência:
Menor que 0,3 mg/g de fezes.
Interpretação:
A Alfa-1-anti-tripsina nas fezes é uma proteína resistente à degradação pelas enzimas digestivas, sendo utilizada como marcador endógeno da perda protéica pelo tubo digestivo. Níveis elevados são encontrados nas enteropatias perdedoras de proteínas: enterite regional, Doença de Whipple, carcinoma gástrico, gastroenteropatia alérgica, linfagectasia intestinal, intolerância ao leite de vaca e na hipogamaglobulinemia congênita, na doença celíaca, na síndrome de Ménétrier, nos linfomas do tubo digestivo e na linfangiectasia intestinal.
Setor:
Sorologia
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ALUMINIO NA URINA
Material de Coleta:
Urina de 24 horas, ou amostra do inicio da jornada de trabalho ou urina recente.
O material deve ser coletado em frascos plástico, não reciclados e sem conservantes.
Preparo do paciente:
Urina de 24 horas:
Ao acordar, anotar o horário e esvaziar a bexiga normalmente.
Colher no frasco todas as urinas -da segunda miccção em diante, até a primeira do dia seguinte.
Manter a urina refrigerada durante a coleta.

Urina recente:
Lavar as mãos antes de colher.
Colher a urina após retenção urinária de 4 horas. Fazer higiene da genitália com água e sabão, secar, desprezar o 1º jato de urina,coletar o jato médio em frasco próprio.
Entregar a urina no laboratório até 2 horas após a coleta.
Não colher em local de trabalho.
Não utilizar recipiente de vidro para coletar ou acondicionar a amostra.
Informações a serem esclarecidas:
Informar se é exposto ocupacionalmente.
Se faz uso de algum medicamento que contenha alumínio em
sua composição.
Se o paciente faz hemodiálise.
Descrição do Exame:
Aluminio
Aluminio Urinário
Método:
Espectrofotometria de Absorção Atômica com corretor ZEEMAN.
(Metodologia in house).
Consevação:
Refrigerada estre 2 a 8ºC: 7 dias.
Interferentes:
Uso de antiácidos que contenham alumínio.
Utilização de frasco de vidro para coleta.
Valor de Referência:
Não expostos : Até 15 mcg/L
Exposição ocupacional: Até 200 mcg/L (DFG/BAT)
Interpretação:
O alumínio é um elemento não essencial, então considerado tóxico, porém de grande apreciação clínica como antiácido estomacal e como agente quelante de fosfato para pacientes em tratamento de diálise. As vias de absorção são: inalatória, oral, via dérmica e parenteral (principalmente em pacientes com insuficiência renal crônica em tratamento de hemodiálise, devido à presença de alumínio nas soluções). Os rins são a principal via de eliminação de alumínio derivado da ingestão. Os principais efeitos tóxicos do Al são no SNC e no metabolismo ósseo. O Ministério da Saúde define como critério de avaliação que o alumínio deva ser monitorado pelo menos uma vez ao ano. Os valores de referencia para pacientes em hemodiálise e para trabalhadores expostos, não devem ser comparados, porque os compostos de alumínio não são os mesmos. O problema da contaminação já existe a partir da coleta da amostra em função do tipo de recipiente para a armazenagem, limpeza do mesmo e da presença de partículas de poeira no ar. Às amostras de sangue acrescentem-se ainda traços de alumínio provenientes da pele do paciente, da utilização de agulhas e seringas e, quando necessário, da utilização de agentes anticoagulantes. As principais fontes de contaminação são recipientes, reagentes e partículas provenientes do ar. Recipientes de vidro são contra- indicados devido à presença do óxido de alumínio.
Setor:
Toxicologia
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ALUMINIO NA URINA
Material de Coleta:
Urina recente.
Preparo do paciente:
Colher jato médio da primeira urina da manhã ou urina com retenção de 4 horas entre as micções. Fazer higiene da genitália com água e sabão, secar, desprezar o 1º jato de urina, coletar o jato do meio e desprezar o 3º jato.
Colher preferencialmente no laboratório, em frasco desmineralizado.
Não colher no local de trabalho.
Retirar a roupa ou uniforme contaminado antes da coleta
Descrição do Exame:
Aluminio na Urina
Aluminio
Método:
Espectrofotometria de absorção atômica,com forno de grafite e corretor Zeeman..
Consevação:
Refrigerado 2 a 8°C:
Interferentes:
Não colher amostra de paciente menstruada.
Valor de Referência:
Não exposto:Até 15,0 mcg/L
Exposição ocupacional: Áté 200,0 mcg/L
Interpretação:
O alumínio e um elemento nao essencial, então considerado tóxico, porém de grande apreciação clínica como anti-ácido estomacal e como agente quelante de fosfato para pacientes em tratamento de diálise. Os principais efeitos tóxicos do Al são no SNC e no metabolismo ósseo.
O Ministério da Saude define como criteiro de avaliação que o aluminio deva ser monitorado pelo menos uma vez ao ano. Os valores de referência para pacientes em hemodiálise e para trabalhadores expostos não devem ser comparados, porque os compostos de aluminio não são os mesmos.
Setor:
Toxocologia
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ALUMINIO NO SANGUE
Material de Coleta:
3 mL de soro.
Preparo do paciente:
Informar:
Medicamento à base de alumínio (antiácidos).
Se possui história de insuficiencia renal cronica.
Se faz hemodiálise.
Instuções para a coleta:
Colher a amostra do paciente antes do procedimento da hemodiálise.
Nao utilize luvas de látex ao manipular amostras e materiais para análises de elementos em baixas concentrações como o Aluminio para evitar contaminação da amostra. A manipulação das amostras deve ser realizada com luvas de plástico sem talco.
Utilizar tubos a vácuo especial para análise de metais. Tubo a vacuo (preferencialmente sem aditivos), especifico para analise de metais. Geralmente estao identificados em ingles como " Trace Elements".
Separar em tubo plástico previamente desmineralizado.
Se a coleta for a vácuo coletar primeiro os tubos "trace".
- A transferencia do soro do tubo de coleta especial para o tubo de tranporte nao deve ser realizado atraves de pipetas, nesse caso realizar tubo a tubo.
Descrição do Exame:
Aluminio
AL
Método:
Espectrometria de absorção atômica,com forno de frafite com corretor de Zeeman..
Consevação:
Refrigerado 2 a 8°C: 7 dias
Interferentes:
Ver preparo do paciente.
Valor de Referência:
População em geral: até 10 µg/L.
Pacientes em programa regular de hemodiálise: até 30 µg/L*
*para pacientes com ferritina menor que 800 microgramas/L e saturação de transferrina menor que 60%.
Clin Nephrol 50(2): 69-76, 1998.
Interpretação:
A dosagem de alumínio tem particular interesse nos indivíduos com insuficiência renal crônica mantidos em diálise por períodos prolongados. Isso se deve a uma coincidência de fatores que incluem aumento de exposição ao elemento, terapia medicamentosa, contato com líquido de diálise, que pode estar eventualmente contaminado, e diminuição da capacidade de eliminação pelo comprometimento renal. Não existem registros de que a população, de um modo geral, apesar de continuamente exposta a tal elemento, apresente manifestações tóxicas decorrentes desse contato.
Setor:
Toxocologia
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AMICACINA
Material de Coleta:
Soro - 1,0 mL.
Preparo do paciente:
A obtenção das amostras é realizada conforme a solicitação médica. Geralmente, são realizadas duas coletas:
*o primeiro tubo, chamado de vale, é colhido 30 minutos antes da próxima dose ou imediatamente antes da tomada do antibiótico;
*o segundo tubo, chamado de pico, é colhido 30 ou 60 minutos após a tomada do medicamento.
Descrição do Exame:
Amicacina
Método:
Fluorescência polarizada..
Consevação:
Refrigerada 2 a 8°C: 7 dias.
Congelada - 20°C: 30 dias.
Interferentes:
*
Valor de Referência:
Nível basal: inferior a 10 microgramas/mL.
Nível terapêutico: 20 a 25 microgramas/mL .
Nível toxicológico: acima de 30 micrograma/mL.
Interpretação:
A dosagem de amicacina tem a finalidade de monitorizar os pacientes que fazem uso desse antibiótico. A coleta pode ser realizada nos períodos de pico e/ou de vale.
Setor:
Toxocologia
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AMILASE NA URINA
Material de Coleta:
Urina isolada, de 12, de 24 horas, ou qualquer outro período ( sem conservantes), com volume total e tempo de coleta anotados.
Manter refrigerada durante a coleta.
Preparo do paciente:
Não é necessário preparo.
Descrição do Exame:
Amilase
Amilase na urina
Método:
Cinético..
Consevação:
Refrigerada 2 a 8°C: dias.
Interferentes:
Ideal não estar menstruada.
Valor de Referência:
32 a 641 U/L
Interpretação:
A dosagem na urina é utilizada juntamente com a dosagem sérica no diagnóstico de pancreatite. Na macroamilasemia encontramos amilase ligada a uma proteina maior, determinando níveis séricos aumentados e níveis urinarios normais, sem significado patológico.
Também é importante monitorizar a evolução de pacientes submetidos a transplante de pâncreas, nos quais é realizada a drenagem para vias urinárias. Esperam-se valores muito elevados como indicativos de boa evolução.
Setor:
Bioquimica
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AMILASE NO SORO
Material de Coleta:
1,0 mL de soro
Preparo do paciente:
Não é necessário preparo do paciente.
Descrição do Exame:
Amilase
Amilase no soro.
Método:
Cinético.
Consevação:
Temperatura ambiente:1 dia
Refrigerada 2 a 8°C: 7 dias
Congelada -20°C:30 dias
Interferentes:
Hemólise
Valor de Referência:
Até 125,0 U/L
Interpretação:
A determinação da amilase no soro é útil no diagnóstico de pancreatites e parotidites. Aumentos são observados também em casos de infarto ou perfuração intestinal, peritonite, gravidez ectópica, apendicite, doenças das vias biliares e cetoacidose diabética, assim como em alguns tumores pulmonares ou ovarianos, traumas e queimaduras. Na insuficiência renal, também se observa elevação da amilase, mas raramente chegando a níveis três vezes superiores ao normal. Valores elevados no líquido ascítico ocorrem em pancreatites e perfurações intestinais e, no líquido pleural, em perfurações do esôfago ou na pancreatite com formação de fístula. Convém salientar que, nos líquidos cavitários, o valor da dosagem deve ser pelo menos o triplo do resultado obtido no soro para ter significado diagnóstico.
Setor:
Bioquímica
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AMINOÁCIDOS, QUALITATIVO NO PLASMA
Material de Coleta:
Círculos de sangue (separados) em papel de filtro saturados nos dois lados do papel.
Preparo do paciente:
Máximo intervalo entre uma mamada e outra.
Colher preferentemente do 3º ao 30º dia após o nascimento e no máximo até o 90º dia.
Caso o recém-nascido tenha recebido transfusão sanguínea deve-se aguardar no mínimo 10 dias para a coleta do exame ou conforme orientacao medica.
Descrição do Exame:
Aminoácidos
Erros inatos do metabolismo
Teste do pezinho
Método:
Cromatografia em papel..
Consevação:
Enviar preferencialmente até 24 horas em temperatura ambiente, em embalagem plástica, protegida da luz, com vedação.
Interferentes:
*
Valor de Referência:
Tods aminoácidos pesquisados:Negativo
Interpretação:
A cromatografia qualitativa de aminoácidos é um teste eficiente empregado na triagem neo-natal de provável alteração da fenilalanina e/ou de outras aminoacidopatias e tem uma excelente capacidade de discriminação entre a fenilalanina e tirosina.
Setor:
Bioquimica
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AMINOÁCIDOS,QUANTITATIVO NA URINA
Material de Coleta:
Urina recente: 100 mL
Preparo do paciente:
Não necessário preparo.
Descrição do Exame:
Aminoácidos na urina
Cromatografia dos aminoácidos na urina
Método:
Cromatografia Liquida de Alta Performance (HPLC).
Consevação:
Refrigerado: 2 a 8ºC:7 dias
Interferentes:
*
Valor de Referência:
Valores de Referência em µmol/g de creatinina:

Alanina:
menos de 1 mês: 982 - 3.055
1 mês a menos de 24 meses: 767- 6.090
2 anos a menos de 18 anos: 231 - 915
acima de 18 anos: 240 - 670

Tirosina:
menos de 1 mês: 220 -1.650
1 mês a menos de 24 meses: 333 - 1.550
2 anos a menos de 18 anos: 122 - 517
acima de 18 anos: 90 - 290

Triptofano:
menos de 1 mês: 0
1 mês a menos de 24 meses: 0 - 93
2 anos a menos de 18 anos: 0 - 108
acima de 18 anos: 0 - 70

Serina:
menos de 1 mês: 1.444 - 3.661
1 mês a menos de 24 meses: 845 - 3.190
2 anos a menos de 18 anos: 362 - 1.100
acima de 18 anos: 240 - 670

Prolina:
menos de 1 mês: 370 - 2.323
1 mês a menos de 24 meses: 254 - 2.195
2 anos a menos de 18 anos: 0
acima de 18 anos: 0

Asparagina:
menos de 1 mês: 185 - 1.550
1 mês a menos de 24 meses: 252 - 1.280
2 anos a menos de 18 anos: 72 - 332
acima de 18 anos: 99 - 470

Ácido Aspártico:
menos de 1 mês: 336 - 810
1 mês a menos de 24 meses: 230 - 685
2 anos a menos de 18 anos: 0 - 120
acima de 18 anos: 60 - 240

Metionina:
menos de 1 mês: 342 - 880
1 mês a menos de 24 meses: 174 - 1.090
2 anos a menos de 18 anos: 16 - 114
acima de 18 anos: 38 - 210

Hidroxiprolina:
menos de 1 mês: 40 - 440
1 mês a menos de 24 meses: 0 - 4.010
2 anos a menos de 18 meses: 0 - 3.300
acima de 18 anos: 0 - 26

Ácido glutâmico: menos de 1 mês: 70 - 1.058
: 1 mês a menos de 24 meses: 54 - 590
: 2 anos a menos de 18 anos: 0 - 176
: acima de 18 anos: 39 - 330

Fenilalanina:
menos de 1 mês: 91 - 457
1 mês a menos de 24 meses: 175 - 1.340
2 anos a menos de 18 anos: 61 - 314
acima de 18 anos: 51 - 250

Ornitina:
menos de 1 mês: 118 - 554
1 mês a menos de 24 meses: 55 - 364
2 anos a menos de 18 anos: 31 - 91
acima de 18 anos: 20 - 80

Glutamina:
menos de 1 mês: 393 - 1.042
1 mês a menos de 24 meses: 670 - 1.562
2 anos a menos de 18 anos: 369 - 1.014
acima de 18 anos:190 - 510

Lisina:
menos de 1 mês: 270 - 1.850
1 mês a menos de 24 meses: 189 - 850
2 anos a menso de 18 anos: 153 - 634
acima de 18 anos: 145 - 634

Histidina:
menos de 1 mês: 908 - 2.528
1 mês a menos de 24 meses: 815 - 7.090
2 anos a menso de 18 anos: 644 - 2.430
acima de 18 anos: 460 - 1.430

Tirosina:
menos de 1 mês: 220 -1.650
1 mês a menos de 24 meses: 333 - 1.550
2 anos a menos de 18 anos: 122 - 517
acima de 18 anos: 90 - 290

Triptofano:
menos de 1 mês: 0
1 mês a menos de 24 meses: 0 - 93
2 anos a menos de 18 anos: 0 - 108
acima de 18 anos: 0 - 70

Cistina:
menos de 1 mês: 212 - 668
1 mês a menos de 24 meses: 68 - 710
2 anos a menos de 18 anos: 25 - 125
acima de 18 anos: 43 - 210

Além dos resultados, inclui-se um comentário para auxiliar a interpretação dos achados laboratoriais. Os seguintes aminoácidos não são dosados por essa metodologia: citrulina, arginina e taurina.
Interpretação:
A dosagem de aminoácidos na urina auxilia o diagnóstico de diversos erros metabólicos, entre os quais:
intolerância a proteína com lisinúria, que cursa com aumento da excreção de aminoácidos dibásicos, como a lisina e a ornitina;
doença de Fanconi e outras tubulopatias caracterizadas por aminoacidúria generalizada;
doença de Hartnup, que se apresenta com elevação da excreção de triptofano;
cistinose, manifestada por aumento da excreção de cistina, ornitina e lisina;
hiperglicinemia não-cetótica (HNC), na qual há elevação da excreção de glicina. Para ser diagnosticada, porém, a HNC depende da relação de glicina em LCR/plasma.

Diversas condições clínicas podem levar o organismo a aumentar a excreção de outros aminoácidos, tais como:
glicina: com freqüência aumenta com o uso de determinados medicamentos, como valproato e carbamazepina;
glutamina: eleva-se em hiperamoniemias;
alanina e prolina: podem estar elevadas em acidoses lácticas.

A interpretação deste exame depende de informações clínicas e da existência de um padrão excretor. Elevação ou diminuição isolada da excreção de determinado aminoácido podem não ter significado clínico.
Setor:
Bioquimica
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AMINOÁCIDOS,QUANTITATIVO NO PLASMA
Material de Coleta:
Colher em heparina sódica, não utilizar heparina lítica.
Centrifugar rapidamente após a coleta.
Congelar imediatamente o plasma obtido.
Preparo do paciente:
Não é necessário nenhum preparo.
Descrição do Exame:
Cromatografia dos aminoácidos
Erros inatos do metabolimo
Identificação dos aminoácidos quantitativos
FENILALANINA,TIROSINA,METIONINA,VALINA,LEUCINA,
ISOLEUCINA,GLICINA.
Método:
Cromatogragia Alta Perfomance(HPLC).
Consevação:
Congelado-20ºC:14 dias.
Interferentes:
Amostras colhidas em heparina lítica.
Medicamentos: ácido ascórbico, aspartame, aspirina, bactrim e associados, contraceptivos orais, glicose, indometacina, progesterona, testosterona e valproato.
Valor de Referência:
Visualizar no laudo do resultado do exame.
Interpretação:
Este exame é útilizados na investigação e no acompanhamento de erros inatos do metabolismo ou do transporte de aminoácidos, tais como fenilcetonúria, leucinose, hiperglicinemia não-cetótica e defeitos do ciclo da uréia. A dosagem de aminoácidos pode ser realizada no líquido cefalorraquidiano, no plasma ou na urina. De toda forma, a indicação desses exames está relacionada com a história clínica. As manifestações desse grupo de afecções é bastante variável e inclui desde doenças de apresentação no período neonatal, com grave comprometimento neurológico, até quadros mais brandos, precipitados por ingesta protéica excessiva, caracterizados por sonolência, torpor e vômitos. Algumas doenças cursam com sintomas hepáticos e renais. A cromatografia gasosa é um método bastante preciso e permite quantificar simultaneamente diversos aminoácidos.
Setor:
Bioquimica
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AMONIA
Material de Coleta:
Plasma com Heparina.
Coletar amostra sem garroteamento, com o braço em repouso, sem movimento de abrir e fechar as mãos.
Colher sangue total heparinizado e centrifugar em até 20 minutos após a coleta para obtenção do plasma.
Transportar em gelo.
Preparo do paciente:
Jejum não obrigatório.
Descrição do Exame:
Nitrogênio amoniacal
NH3
Método:
Enzimático..
Consevação:
Congelado a -20°C:3 dias.
Interferentes:
Garroteamento prolongado.
Fumantes.
Valor de Referência:
0 a 10 dias : 100,0 a 200,0 micromol/L
11 dias a 2 anos: 40,0 a 80,0 micromol/L
Acima de 2 anos : 10,0 a 47 micromol/L
Interpretação:
Este exame tem utilidade na investigação de alguns erros inatos do metabolismo e em hepatopatias.
A amônia é produzida pelos rins e por bactérias intestinais após a degradação de aminoácidos e de outros compostos aminados, sendo rapidamente absorvida pelo intestino e transformada, no fígado, em uréia, em um ciclo que envolve seis diferentes enzimas (ciclo da uréia). Por se tratar de uma substância potencialmente tóxica para o sistema nervoso central, o acúmulo de amônia causa encefalopatia, com distúrbio da consciência e coma. Seus níveis podem estar elevados em doenças que provoquem insuficiência hepática, como cirrose, hepatite fulminante e síndrome de Reye, ou em diversas doenças genéticas que interfiram direta ou indiretamente na eficiência do ciclo da uréia.
Setor:
Bioquimica
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AMP CÍCLICO
Material de Coleta:
Urina de 24 horas colhida com conservante HCl 50%.Anotar o volume total urinário Enviar uma aliquota de 50mL.
Preparo do paciente:
Evitar esforço físico.
Descrição do Exame:
AMP cíclico.
Método:
Ensaio de ligação protéca competitiva..
Consevação:
Refrigerada 2 a 8°C:7 dias.
Congelada -20°C:30 dias
Interferentes:
Ideal não estar menstruada.
Valor de Referência:
Visualizar no laudo do resultado do exame.
Interpretação:
O AMP cíclico urinário tem duas fontes distintas: uma porção constante, proveniente de filtração glomerular, e uma porção derivada da ação do paratormônio (PTH) sobre as células tubulares renais. A dosagem de AMP cíclico urinário reflete a ação do PTH sobre essas células. O teste tem utilidade na avaliação da ação do PTH biologicamente ativo em casos suspeitos de hiperparatiroidismo primário.
Setor:
Endocrinologia
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ANCA
Material de Coleta:
1 mL de soro.
Preparo do paciente:
jejum de 8 horas.
Descrição do Exame:
P-ANCA
C-ANCA
Anticorpos anti citoplasma
Anticorpos anti citoplasma de neutrófilos
Método:
Imunofluorescência Indireta..
Consevação:
Refrigerado entre 4 a 8 ºC: 7 dias.
Congelado a -20°C: 30 dias.
Interferentes:
Lipemia e/ou hemólise intensa.
Valor de Referência:
Não reagente.
Interpretação:
Os anticorpos anti-neutrófilos (ANCA) reagem com o citoplasma de neutrófilos e estão presentes em vasculites necrotizantes sistêmicas.
Basicamente, podem ser identificados dois padrões de ANCA:
C-ANCA: caracterizado pela presença de granulações fina com acentuação central característica no citoplasma dos neutrofilos fixados pelo etanol. O antígeno em 90% dos casos e a proteinase 3 (PR3). Esta fortemente associada a Granulomatose de Wegener (GW). Os níveis de ANCA são úteis na monitorização da atividade da doença. E positivo em mais de 90% dos indivíduos com GW ativa e em apenas 30%
dos pacientes com doença inativa. Apresenta especificidade de 80% a 100%. Raramente é encontrado em indivíduos normais e na ausência de vasculite. Reações falso-positivas podem ser encontradas na presença de uma proteína presente na membrana celular conhecida como fator de permeabilidade bacteriana e raramente na vigência da mieloperoxidase.
P-ANCA: apresenta-se como florescência nuclear com acentuação perinuclear. O auto-anticorpo e dirigido contra a mieloperoxidase (MPO). Esta relacionado com Poliangeite microscopica, Glomerulonefrite crescente (pauci-imune), alveolite hemorrágica e síndrome de Churg-Strauss. Anticorpos contra outras enzimas citoplasmáticas podem
produzir uma coloração similar. Sendo assim, este padrão é também encontrado em mais de 80% dos pacientes com retocolite ulcerativa, em 70% dos casos de colangite esclerosante, em 10 a 40% dos pacientes com doenças de Crohn, além de outras doenças hepatobiliares. Também pode
estar presente na endocardite e fibrose cística com infecção bacteriana. O uso de algumas drogas, como a hidralazina, pode aumentar os niveis de MPO,levando a um P-ANCA falso-positivo.
Setor:
Imunologia.
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ANDROSTENEDIONA
Material de Coleta:
Soro - 1 mL
Preparo do paciente:
Jejum de 8 horas.
Anotar idade, data da última menstruação e o nome dos medicamentos em uso, especialmente os esteróides.
Descrição do Exame:
Androstenediona
Método:
Quimioluminescência.
Consevação:
Refrigerado 2 a 8°C: 7 dias
Congelado -20°C: 30 dias
Interferentes:
Hemólise e Lipemia intensa.
Hormônios esteróides.
Valor de Referência:
Idade(anos) Masculino Feminino
0 a 2..............:1,0 a 6,3 0,3 a 5,7 ng/mL.
2,1 a 4............:0,3 a 2,9 0,3 a 3,2 ng/mL.
4,1 a 6............:0,3 a 1,7 0,3 a 3,2 ng/mL.
6,1 a 10...........:0,3 a 1,9 0,3 a 2,5 ng/mL.
10,1 a 14..........:0,3 a 2,7 0,3 a 3,5 ng/mL.
14,1 a 16..........:0,4 a 3,5 0,7 a 4,4 ng/mL.
Adulto(Até 70 anos):0,4 a 4,2 0,3 a 4,9 ng/mL
Referência Bibligráfica:
ELMLINGER,M.W.,KUHNEL,W,WORMSTALL,H,DOLLER,P.C.
Reference Intervals for testosterone,Androtenedione and SHBG Levels in Healthy Females and Males from Birth until Old Age.
Clin.Lab.2005.51:625-632
Interpretação:
A androstenediona é um esteróide androgênico produzido pelas adrenais e gônadas em partes aproximadamente iguais. Sua determinação auxilia a avaliação de síndromes hiperandrogênicas (hirsutismo) e o seguimento do tratamento de portadores de defeito da 21-hidroxilase.
Aumentados em:
• Hiperplasia adrenal congênita virilizante.
• Síndrome do ovário policístico
• Hipertecose estromal ovariana
• Deficiência de 3ß-hidroxiesteróide desidrogenase e outras causas de hirsutismo em mulheres.
• Tumores virilizantes adrenal e do ovário.
• Doença de Cushing.
Diminuída em:
• Doença de Addison
Setor:
Endocrinologia
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ANTI HBC IgM
Material de Coleta:
1,0 mL de soro ou plasma (heparina, citrato de sódio ou EDTA).
Preparo do paciente:
Jejum de 4h.
Descrição do Exame:
Hepatite B
Anticorpos anti core do virus da hepatite B
HBV
Anti-HBC IgM
Método:
Quimiolominescência..
Consevação:
Refigerado entre 2 e 8ºC:7 dias.
Interferentes:
Hemólise e lipemia acentuadas.
Valor de Referência:
Não reagente
Interpretação:
Os anticorpos IgM contra o antígeno central da hepatite B (IgM anti-HBc) surgem no início do quadro clínico da doença. Nos primeiros quatro meses, predominam os anticorpos da classe IgM e, depois desse prazo, os da classe IgG. No período entre a negativação do antígeno de superfície (HBsAg) e a positivação do anticorpo anti-HBs, ou seja, na chamada janela imunológica, o anti-HBc pode ser o único marcador de infecção positivo. O fato é que um resultado positivo deste exame indica infecção aguda pelo VHB ou, mais raramente, infecção crônica com alto grau de replicação.
Setor:
Imunologia
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ANTI HBc TOTAL
Material de Coleta:
1,0 mL de soro, plasma (EDTA ou HEPARINA).
Preparo do paciente:
Jejum de 4h.
Descrição do Exame:
Hepatite B
Anticorpos totais contra o core
HBV
Anti Core total
Anti-HBc Total
Método:
Quimioluminescência.
Consevação:
Refrigerada entre 2 e 8ºC: 7 dias.
Interferentes:
Hemólise acentuada.
Lipemia acentuada.
Contaminação microbiana.
Amostra inativada pelo calor.
Valor de Referência:
Não reagente
Interpretação:
São anticorpos contra o antígeno do core viral.
Encontra-se positivo na infecção aguda e durante a exacerbação da doença crônica ativa.
Nos 4 a 6 meses subsequentes, Anti-HBc IgM predomina com queda moderada e aumento dos títulos de anti-HBc IgG. Em infecções auto-limitadas, o anti-HBc IgM se torna indetectável em poucos meses, embora títulos baixos possam ser encontrados por até dois anos. Em infecções crônicas de baixo grau, anti-HBc IgM também é indetectável ou com títulos baixos, mas usualmente apresenta picos quando a replicação viral se exacerba. Pode ser o único marcador da hepatite na janela entre o desaparecimento do HBsAg e surgimento do Anti-HBs. Todo o anti-HBc do tipo IgG persiste por toda a vida em > 90% dos pacientes. Assim sua presença indica infecção atual ou prévia pelo HBV. Este anticorpo não confere imunidade. Pacientes positivos para Anti-HBc IgG mas negativos para HBsAg e Anti-HBs podem ocorrer nas seguinte situações:
a) falso-positivo:(doenças auto-imunes, hipergamaglobulinemia, mononucleose);
b) anticorpos adquiridos passivamente;
c) infecção recente em periodo de janela imunológica (HBsAg já depurado e anti-HBs ainda negativo);
d) infecção crônica, com níveis de HBsAg baixos;
e) infecção prévia pelo HBV com anti-HBs indetectável.
Setor:
Imunologia
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ANTI HBE
Material de Coleta:
1,0 mL de soro ou plasma (heparina, citrato de sódio ou EDTA)
Preparo do paciente:
Jejum de 4h.
Descrição do Exame:
Hepatite B
HBV
Anti-HBE
Método:
Enzimaimunoensaio.
Consevação:
Refrigerado entre 2 e 8ºC: 7 dias.
Interferentes:
Hemólise e/ou lipemia acentuadas.
Valor de Referência:
Não reagente
Interpretação:
Tradicionalmente, empregam-se dois marcadores do sistema HBe para avaliar a replicação do VHB. De forma geral, quando o antígeno HBe se mostra reagente, a replicação viral está elevada. Já quando o anticorpo anti-HBe é positivo, há pouca ou nenhuma replicação viral. Existe, entretanto, uma mutação do VHB que faz com que o vírus se multiplique mesmo quando o anti-HBe está positivo. Em tais casos, a PCR para VHB consegue indicar a replicação do vírus.
Setor:
Imunologia
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ANTI HBS
Material de Coleta:
1,0 mL de soro ou plasma (heparina ou EDTA).
Preparo do paciente:
Jejum de 4h.
Descrição do Exame:
Hepatite B
Anticorpos contra Antigeno de Superficie da Hepatite B
Anti HBs-Ag
Anti-HBs
Anti-HBsAg
HBV
Método:
Quimioluminescência.
Consevação:
Refrigerado entre 2 e 8ºC: 7 dias.
Interferentes:
Hemólise e/ou lipemia intensa.
Valor de Referência:
Não reagente: Menor que 10 mUI/mL
Interpretação:
Este teste tem utilidade no seguimento das hepatites agudas causadas pelo vírus B.O anti-HBs surge cerca de duas semanas após o desaparecimento do antígeno de superfície ou Austrália (HBsAg) e habitualmente permanece positivo para o resto da vida, conferindo imunidade à doença. A expressão do resultado é quantitativa e contribui para o acompanhamento de pessoas imunizadas contra o VHB. Níveis iguais ou superiores a 10 UI/L são considerados protetores.
Setor:
Imunologia
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ANTI HISTONA
Material de Coleta:
1 mL de soro.
Preparo do paciente:
Jejum de 4 horas.
Intervalo de mamadas para lactentes.
Descrição do Exame:
Histona
Anticorpos anti-histona
Método:
Imunoenzimático..
Consevação:
Refrigerado entre 2 a 8°C: 7 dias.
Congelado a -20°C: 30 dias.
Interferentes:
Hemólise e/ou lipemia acentuada.
Valor de Referência:
NEGATIVO : MENOR OU IGUAL A 0,9
INDETERMINADO: 1,0 A 1,4
REAGENTE : MAIOR OU IGUAL A 1,5
Interpretação:
Histonas são proteínas associadas ao DNA genômico. Anticorpos anti-histonas ocorrem no lupus induzido por drogas em 96% dos pacientes, juntamente com anticorpos para o ss-DNA. No LES pode ser encontrado em 50% a 70% dos pacientes e na AR em 20% dos casos. Procainamida, hidralazina, quinidina e anticonvulsivantes,entre outras, são drogas relacionados com o lúpus induzido por drogas.
Setor:
Imunologia.
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ANTI ILHOTA
Material de Coleta:
1 mL de soro.
Preparo do paciente:
Jejum não obrigatório.
Descrição do Exame:
Anti células beta de ilhotas pancreáticas
Anticorpos anti ilhotas.
Método:
Imunofluorescência indireta..
Consevação:
Refrigerado entre 2 a 8°C: 7 dias.
Congelado a -20°C: 30 dias.
Interferentes:
Hemólise e/ou lipemia acentuada.
Valor de Referência:
Negativo.
Interpretação:
É útil na avaliação de risco relativo para o desenvolvimento de diabetes mellitus.
A presença de anticorpos anti-ilhotas pancreatícas(ICA) é utilizada na predição do inicio de diabetes mellitus insulino dependente em filhos de diabéticos, e na diferenciação entre diabetes insulino dependente e não-insulino dependente.Além disto, esta determinação pode ser empregada na avaliação da conversão de diabetes gestacional a diabetes mellitus insulino dependente e na predição da patologia em outros quandros autoimunes,especialmente endócrinos.
Setor:
Imunologia.
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ANTI JO-1
Material de Coleta:
1 mL de soro.
Preparo do paciente:
Jejum de 8 horas.
Intervalo de mamadas para lactentes.
Descrição do Exame:
ANTICORPO ANTI JO-1
Dermatomiosite
Polimiosite
Anti Histidil tRNA Sintetase
Anti JO1
Método:
Hemaglutinação..
Consevação:
Refrigerado entre 2 a 8°C: 7 dias.
Congelado a -20°C: 30 dias.
Interferentes:
Hemólise e/ou lipemia acentuada.
Valor de Referência:
Negativo.
Interpretação:
O exame tem utilidade no diagnóstico da polimiosite. O anticorpo anti-Jo-1, que reconhece a enzima histidil-t-RNA sintetase, é observado em aproximadamente 25% dos indivíduos com polimiosite, e é considerado um marcador específico dessa enfermidade. Além disso, sua presença está associada à síndrome anti-sintetase, que reúne um conjunto de características especiais, a exemplo de miopatia inflamatória, pneumopatia intersticial, poliartrite, erupção hiperceratótica e descamativa na palma das mãos e na face lateral dos dedos e fenômeno de Raynaud. Em alguns raros casos, é possível encontrar o anti-Jo-1 em pacientes com pneumopatia intersticial isolada, o que pode representar uma manifestação inicial da polimiosite.
Setor:
Imunologia.
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ANTI LA /SSB
Material de Coleta:
1,0 mL de soro.
Preparo do paciente:
Jejum de 4h.
Descrição do Exame:
SSB-LA
Anti-LA
SSB
Anti SSB
Método:
Fluoroenzimaimunoensaio..
Consevação:
Refrigerado entre 2 e 8ºC: 7 dias.
Interferentes:
Hemólise e/ou lipemia acentuada.
Valor de Referência:
Não reagente
Interpretação:
Este exame é útil no diagnóstico de doenças reumáticas auto-imunes. Os anticorpos anti-La/SS-B são detectados em 40% dos portadores de síndrome de Sjögren e em 15% das pessoas que têm LES. A pesquisa de anti-Ro/SS-A e anti-La/SS-B é também utilizada no diagnóstico do lúpus neonatal e como recurso auxiliar na investigação de recém-nascido com bloqueio atrioventricular total.
Setor:
Imunologia
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ANTI LKM1
Material de Coleta:
1 mL de soro.
Preparo do paciente:
Jejum de 8 horas.
Intervalo de mamadas para lactentes.
Descrição do Exame:
LKM1
Anti-LKM1
Anti-microssomal de figado e rim tipo 1
Método:
Imunofluorescência indireta..
Consevação:
Refrigerado entre 2 a 8°C: 7 dias.
Congelado a -20°C: 30 dias.
Interferentes:
Hemólise e/ou lipemia acentuada.
Valor de Referência:
Negativo.
Interpretação:
O exame tem utilidade para o diagnóstico da hepatite auto-imune tipo 2. O teste baseia-se na pesquisa de anticorpos contra a fração microssomal de fígado e rim (anti-LKM). O antígeno-alvo, na maior parte dos casos, é a proteína do citocromo CYP450 2D6 (LKM-1). Em raras situações, pode-se observar reatividade semelhante à do LKM-1 ocasionada por anticorpos contra outras proteínas do citocromo, como a 2C9 e a 2A6. Estes últimos têm associação com um espectro clínico mais ampliado, incluindo hepatite induzida por drogas, hepatite causada por vírus D, hepatite C e síndrome auto-imune poliglandular (APS-1). Os títulos de anti-LKM-1 considerados significativos para o diagnóstico de hepatite auto-imune são iguais ou superiores a 1:80, em adultos, e iguais ou superiores a 1:20, em crianças.
Setor:
Imunologia.
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ANTI MITOCONDRIA
Material de Coleta:
1 ml de soro.
Preparo do paciente:
Jejum de 8 horas.
Intervalo de mamadas para lactentes.
Descrição do Exame:
AMA
Hepatite auto imune
Anticorpo anti mitocondria.
Mitocondria.
Método:
Imunofluorescência indireta..
Consevação:
Refrigerado entre 2 a 8°C: 7 dias.
Congelado a -20°C: 30 dias.
Interferentes:
Hemólise e/ou lipemia acentuada.
Valor de Referência:
Negativo.
Interpretação:
A presença de anticorpos anti-mitocôndria (AMA) é uma
característica imunológica da cirrose biliar primaria (CBP), uma doença colestática intra-hepática crônica, mais frequente em mulheres entre 30 e 60 anos. Anticorpos anti-mitocôndria (AMA) estão presentes em cerca de 90% a 95% dos casos. Seus títulos não se correlacionam com a severidade da doença, não sendo, pois, úteis para monitorização
do tratamento. Não é especifico para cirrose biliar primária, podendo estar presente em hepatites virais, cirrose hepática e doenças auto-imunes.
Setor:
Imunologia
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ANTI MUSCULO LISO
Material de Coleta:
1 mL de soro.
Preparo do paciente:
Jejum de 8 horas.
Intervalo entre mamadas para latentes.
Descrição do Exame:
ASMA
Hepatite auto imune
Anti músculo liso.
Método:
Imunofluorescência indireta..
Consevação:
Refrigerado entre 2 a 8°C: 7 dias.
Congelado a -20°C: 30 dias.
Interferentes:
Hemólise e/ou lipemia acentuada.
Valor de Referência:
Negativo.
Interpretação:
Este exame tem utilidade no diagnóstico diferencial das hepatites crônicas. Títulos superiores a 1/80 são encontrados em cerca de 80% das hepatites auto-imunes e, com menor freqüência, em hepatites crônicas virais. Já títulos menores que 1/80 ocorrem em aproximadamente 50% dos portadores de cirrose biliar primária, cirrose de outras etiologias e hepatites virais, assim como em indivíduos com uveítes, hipertensão pulmonar primária e neoplasias.
Os anticorpos antimúsculo liso (SMA) representam uma coleção de auto-anticorpos contra vários antígenos do citoesqueleto de fibras musculares. Entre eles, os voltados contra a F-actina têm maior associação com a hepatite auto-imune tipo I. No exame de imunofluorescência indireta, os anticorpos antiactina se apresentam reagentes não apenas no músculo liso presente nos cortes de estômago de rata, mas também nos constituintes antigênicos dos glomérulos, dos vasos e dos túbulos renais. Outros testes característicos da hepatite auto-imune tipo I são o fator antinúcleo (FAN) e a pesquisa específica de anticorpos antiactina. Além de não ser preditiva de desenvolvimento de doença hepática, existe a possibilidade de a presença de anticorpos somente contra o músculo liso não ter significado clínico aparente porque pode traduzir anticorpos contra outros constituintes do citoesqueleto não relacionados com a actina. Em geral, nas hepatopatias, a ausência de SMA e de FAN fala a favor de formas não auto-imunes de hepatite crônica.
Setor:
Imunologia.
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ANTI RETICULINA
Material de Coleta:
1 mL de soro.
Preparo do paciente:
Jejum de 8 horas.
Intervalo entre mamadas para latentes.
Descrição do Exame:
Doença Celíaca
Reticulina
Anticorpo anti Reticulina.

Método:
Imunofluorescência indireta..
Consevação:
Refrigerado entre 2 a 8°C: 7 dias.
Congelado a -20°C: 30 dias.
Interferentes:
Hemólise e/ou lipemia acentuada.
Valor de Referência:
Negativo.
Interpretação:
Anticorpos anti-reticulina estão presentes na doença celíaca em 40% dos pacientes adultos, 60% das crianças e ate 90% dos pacientes diabéticos. Podem estar presentes em
outras doenças como: doença de Crohn, síndrome de Sjogren e na Miastenia Gravis.
Setor:
Imunologia.
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ANTI RO /SSA
Material de Coleta:
1,0 mL de soro.
Preparo do paciente:
Jejum de 4h.
Descrição do Exame:
Anti RO
SSA-RO
Anti-Ro
SSA
Método:
Fluoroenzimaimunoensaio..
Consevação:
Refrigerado entre 2 e 8ºC: 7 dias.
Interferentes:
Lipemia e/ou hemólise intensa.
Valor de Referência:
Não reagente
Interpretação:
Este exame é útil no diagnóstico de doenças reumáticas auto-imunes. Os anticorpos anti-Ro/SS-A são encontrados em 60% dos portadores de síndrome de Sjögren e em 35% dos indivíduos com lúpus eritematoso sistêmico (LES). É possível detectá-los também na esclerose sistêmica, na polimiosite e na cirrose biliar primária, embora mais raramente. A pesquisa de anti-Ro/SS-A e anti-La/SS-B é também utilizada no diagnóstico do lúpus neonatal e como recurso auxiliar na investigação de recém-nascido com bloqueio atrioventricular total.
Setor:
Imunologia
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ANTI SM
Material de Coleta:
1,0 mL de soro.
Preparo do paciente:
Jejum de 4h.
Descrição do Exame:
Antigeno Smith
Anti SM
Anti-SM
Método:
Fluoroenzimaimunoensaio..
Consevação:
Refrigerado entre 2 e 8ºC:7 dias.
Interferentes:
Lipemia e/ou hemólise intensa.
Valor de Referência:
Não reagente.
Interpretação:
O teste contribui para a definição diagnóstica de doenças reumáticas auto-imunes. Os anticorpos anti-Sm e anti-RNP são dirigidos contra antígenos nucleares, ou seja, contra proteínas ligadas ao RNA. O anti-Sm é considerado marcador de lúpus eritematoso sistêmico (LES) e é detectado em 20% a 30% dos portadores dessa doença. O anti-RNP, por sua vez, indica doença mista do tecido conjuntivo (DMTC) quando se encontra em altos títulos e não há outros auto-anticorpos.
- De qualquer forma, o anti-RNP também pode ser encontrado em pessoas com LES, síndrome de Sjögren e esclerose sistêmica.
Setor:
Imunologia
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ANTI TIREOGLOBULINA
Material de Coleta:
Soro - 1 mL.
Preparo do paciente:
Jejum de 4 horas.
Anotar a idade, data da última menstruação e uso de medicamentos.
Descrição do Exame:
Anti Tireoglobulina
Anticorpos anti Tireoglobolina
ATG
Anticorpos anti Tireóide.
Método:
Quimioluminescência..
Consevação:
Refrigerado entre 2 0 8°C: 7 dias.
Congelado a -20°C: 30 dias.
Interferentes:
Hemólise e/ou lipemia intensa.
Valor de Referência:
Menor que 20,0 U/mL
Interpretação:
A tireoglobulina (Tg) é uma glicoproteína grande (PM 660.000) e heterogênea encontrada nas células foliculares da tireóide. A tireoglobulina tem importante papel na biossíntese dos hormônios T3 e T4 da tireóide. Nas células foliculares da tireóide, a peroxidase tireoidiana catalisa a iodinação dos grupos tirosil na tireoglobulina. A tireoglobulina iodinada fica armazenada no colóide do folículo e serve como um reservatório de armazenamento de T3 e T4. Quando a glândula tireóide é estimulada, a tireoglobulina é decomposta e os hormônios tireoideos T3 e T4 são liberados na corrente sangüínea.
É útil no diagnóstico das tiroidites auto-imunes, como a de Hashimoto, na qual os anticorpos anti-TG e anti-TPO são encontrados, em títulos elevados, em cerca de 70% a 90% dos casos. Portadores da doença de Basedow-Graves e de outras afecções auto-imunes podem ocasionalmente apresentar anticorpos antitiroglobulina em títulos baixos. A determinação concomitante de anti-TPO aumenta a sensibilidade diagnóstica, uma vez que, em 30% dos casos apenas um desses dois tipos de anticorpos está presente. O valor dos títulos tem pouca relação com a gravidade ou com a evolução da doença. Devido à heterogeneidade da tireoglobulina, foram detectados anticorpos anti-tireoglobulina em outros estados patológicos, em pacientes idosos, assim como em pacientes eutireóideos, clinicamente normais. Foram detectados anticorpos anti-Tg em pacientes com doença de Addison idiopática e em alguns pacientes com diabetes melito tipo I (diabetes melito insulino-dependente).
Setor:
Endócrino
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ANTI TRANSGLUTAMINASE IgA
Material de Coleta:
1 ml de soro.
Preparo do paciente:
Jejum de 8 horas.
Intervalo entre mamadas para latentes.
Descrição do Exame:
Anti transglutaminase tecidual IgA
Anti Gluten
Transglutaminase Tecidual
Transglutaminase, Anticorpos IgA
Método:
Fluorimétrico..
Consevação:
Refrigerado entre 2 a 8°C: 7 dias.
Congelado a -20°C: 30 dias.
Interferentes:
Hemólise e/ou lipemia acentuada.
Valor de Referência:
Negativo.
Interpretação:
A transglutaminase é considerada o principal alvo antigênico dos anticorpos antiendomísio.
O teste tem utilidade na triagem diagnóstica de pessoas com suspeita de doença celíaca e no monitoramento da aderência do indivíduo à dieta sem glúten.
Setor:
Imunologia.
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ANTI-Rh
Material de Coleta:
1 ml de soro
Preparo do paciente:
Este exame não não necessita de preparo.
Informar se a paciente está grávida, mês de gestação.
Descrição do Exame:
Anti-Rh
Anticorpos naturais imunes
Coombs indireto quantitativo
Pesquisa de anticorpos irregulares séricos
Método:
Pesquisa de anticorpos contra antígenos de grupos sanguíneos..
Consevação:
Refrigerado 2 a 8ºC:8 dias
Congelado -20°C:30 dias.
Interferentes:
Presença de crioaglutininas.
Valor de Referência:
Ausênciade de anticorpos contra antígenos pertencentes aos sistemas de grupos sanguíneos.
Interpretação:
A pesquisa de anticorpos irregulares ou Coombs indireto detectam imunoglobulinas IgG ou frações do complemento ligadas as hemácias, o que pode ocorrer em situações patológicas levando principalmente a hemólise. Este teste faz parte da rotina de exames no pré-natal de gestantes Rh negativo, triagem de anemias hemolíticas e provas pre- transfusionais.
A sensibilização a antígenos de grupo sangüíneo ocorre em decorrência de transfusão, abortamento ou gravidez.
Pessoas que receberam profilaxia com imunoglobulina anti-D podem apresentar o teste positivo por cerca de 2 a 3 meses.
Setor:
Hematologia
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ANTI-RNP
Material de Coleta:
1,0 mL de soro.
Preparo do paciente:
Jejum de 4h.
Descrição do Exame:
U1-RNP
SN RNP
Ribonucleoproteina
Método:
Fluoroenzimaimunoensaio..
Consevação:
Refrigerado entre 2 e 8ºC:7 dias.
Interferentes:
Lipemia e/ou hemólise intensa.
Valor de Referência:
Não reagente.
Interpretação:
O anticorpo anti-RNP é dirigido contra a fração nuclear das
ribonucleoproteínas (sn-RNP). Aparece em baixos títulos em 30% a 40% dos pacientes com lúpus eritematoso sistêmico, lúpus discóide, AR, Síndrome de Sjogren e lúpus induzido por droga. Altos títulos de RNP, na ausência de anti-Sm, são fortemente sugestivos de doença mista do tecido conjuntivo, em 95% a 100% dos casos.
Setor:
Imunologia
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ANTICOAGULANTE LÚPICO
Material de Coleta:
Plasma em citratado -3 mL
Centrifugar imediatamente após a coleta (3000 rpm por 15 minutos).
Separar o plasma cuidadosamente, transferir para um tubo plástico,
Repetir o processo de centrifugação até abter um plasma pobre em plaquetas (<10.000/mm³).
Preparo do paciente:
Jejum de 4 horas.
Descrição do Exame:
Lúpico
Anticoagulante
DRVVt, TVVRD.
Método:
Teste realizado em 3 etapas seqüenciais:

1ª. etapa - Testes de triagem: TTPA, dRVVT
Identificação de anormalidade em teste fosfolípede-dependente utilizando reagente com baixa concentração de fosfolípides.

2ª. etapa: Estudo da mistura com plasma normal ("mixing-study")
Demonstração que a anormalidade é causada por um inibidor inespecífico e não por deficiências de fatores da coagulação

3ª etapa: Procedimento confirmatório: DVVconfirmatório.
Caracterização da presença do inibidor inespecífico (Anticoagulante Lúpico) utilizando reagente com alta concentração de fosfolípides..
Consevação:
Temperatura ambiente: 4 horas.
Congelada -20°C : 30 dias.
Interferentes:
Hemólise visível,
Lipemia intensa,
Icterícia intensa,
Presença micro/macrocoágulos,
Aamostras colhidas em outro anticoagulante,
Contagem de plaquetas no plasma superior a 10.000/mm3, Amostra que chegar ao laboratorio descongelada.
Valor de Referência:
1ª etapa: testes de triagem
TTPA menor ou igual a 1,20: ausência de inibidor
dRVVT menor ou igual a 1,20 ausência de inibidor

2ª etapa:
Se há "correção" do tempo obtido na 1ª etapa = deficiência de fator(es)
Se NÃO há "correção" do tempo obtido na 1ª etapa = Presença de um inibidor

3ª etapa: testes confirmatórios
RVVT Confirmatório menor ou igual a 1,19 = Ausência de inibidor inespecífico (Anticoag. Lúpico)
Interpretação:
Os anticoagulantes lúpicos (LAC), assim como os anticorpos anticardiolipina (ACA), são imunoglobulinas antifosfolipídicas heterogêneas, pertencentes às classes IgG, IgM ou IgA, que interferem nos testes de coagulação fosfolipíde-dependentes.
Esses anticorpos podem ocorrer em duas síndromes intimamente relacionadas, porém clínica, bioquímica e laboratorialmente distintas: a síndrome antifosfolipídica primária e a síndrome antifosfolipídica secundária. Ambas se associam a manifestações tromboembólicas (venosas, arteriais e de microcirculação) em qualquer tecido ou órgão e a complicações da gestação (abortos espontâneos de repetição, morte fetal e nascimento de prematuros).
LACs e ACAs podem estar presentes nas quatro situações abaixo especificadas:
1)Em indivíduos normais, sem doença de base.
2)Em portadores de afecções de base, entre as quais:
doenças auto-imunes (lúpus eritematoso sistêmico, anemia hemolítica auto-imune e artrite reumatóide);
doenças do tecido conjuntivo;
neoplasias malignas;
quadros neurológicos (acidente cerebral isquêmico, acidente isquêmico transitório, epilepsia, coréia, enxaqueca, esclerose múltipla, amaurose fugaz, mielite transversa, síndrome de Sneddon e síndrome de Guillain-Barré);
quadros cardíacos: doença valvular mitral e coronariana;
quadros dermatológicos: livedo reticularis e necrose de dedos e dérmica;
quadros hematológicos: anemia hemolítica Coombs-
positiva
3) Durante o uso de medicamentos (hidralazina, procainamida, interferon, clorpromazina, quinidina, fenitoína e vários antibióticos, entre outros).
4) Pós-infecções virais (HIV), bacterianas (amigdalite inespecífica) ou parasitárias (Pneumocystis).
Convém ressaltar que o LAC e o ACA não são os mesmos anticorpos e podem ocorrer independentemente. Na vigência de suspeita clínica, ambos devem ser pesquisados.
Setor:
Hematologia
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ANTICOAGULANTE LÚPICO
Material de Coleta:
Plasma pobre em plaqutas (PPP) colhido com citrato a 3,2%.
Preparo do paciente:
O pacinte deve informar todos os medicamentos tomados nos últimos sete dias, especialmente anticoagulante oral e heparina.

Para usuários de heparina
Em injeções intermitentes devem colher o exame uma hora antes da próxima dose. Caso a heparina já tenha sido aplicada, a coleta deve ser feita três horas após a aplicação. Esta orientação não vale para usuários de heparina em infusão contínua.
Descrição do Exame:
Anticoagulante Lúpico
Método:
Colher tubo de citrato totalmente preenchido, tanto para adultos como crianças, sem garrotear ou com garroteametno mínimo.
Centrifugar imediatamente apos a coleta (3000 rpm por 15 minutos).
- Separar o plasma cuidadosamente, transferindo-o para um tubo plastico. Cuidado para nao tocar a ponteira na camada de celulas, pois isto pode contaminar o plasma com plaquetas.
- Repetir o processo de centrifugação transferindo novamente o sobrenadante para outro tubo com os mesmos cuidados anterioes a fim de garantir um plasma com menos de 5.000 plaquetas por mm3 de plasma.
- Contar o numero de plaquetas residual e caso tenha mais de 5.000/ mm3 repetir o processo de centrifugacao.
- Separar o plasma e congelar imediatamente.
- Enviar o material congelado em gelo seco, com volume mínimo de 2 mL de plasma pobre em plaquetas..
Consevação:
Congelado -20°C:3 dias
Interferentes:
Presença de plaqueta> 5000/mm³
Valor de Referência:
1ª etapa: testes de triagem
TTPA menor ou igual a 1,20: ausência de inibidor
dRVVT menor ou igual a 1,20 ausência de inibidor

2ª etapa:
Se há "correção" do tempo obtido na 1ª etapa = deficiência de fator(es)
Se NÃO há "correção" do tempo obtido na 1ª etapa = Presença de um inibidor

3ª etapa: testes confirmatórios
RVVT Confirmatório menor ou igual a 1,19 = AUSÊNCIA de inibidor inespecífico (Anticoag. Lúpico)
Interpretação:
Os anticoagulantes lúpicos (LAC), assim como os anticorpos anticardiolipina (ACA), são imunoglobulinas antifosfolipídicas heterogêneas, pertencentes às classes IgG, IgM ou IgA, que interferem nos testes de coagulação fosfolipíde-dependentes.
Esses anticorpos podem ocorrer em duas síndromes intimamente relacionadas, porém clínica, bioquímica e laboratorialmente distintas: a síndrome antifosfolipídica primária e a síndrome antifosfolipídica secundária. Ambas se associam a manifestações tromboembólicas (venosas, arteriais e de microcirculação) em qualquer tecido ou órgão e a complicações da gestação (abortos espontâneos de repetição, morte fetal e nascimento de prematuros).
LACs e ACAs podem estar presentes nas quatro situações abaixo especificadas:
1) Em indivíduos normais, sem doença de base.
2) Em portadores de afecções de base, entre as quais:
*doenças auto-imunes (lúpus eritematoso sistêmico, anemia hemolítica auto-imune e artrite reumatóide);
*doenças do tecido conjuntivo;
*neoplasias malignas;
*quadros neurológicos (acidente cerebral isquêmico,
acidente isquêmico transitório, epilepsia, coréia, enxaqueca, esclerose múltipla, amaurose fugaz, mielite transversa, síndrome de Sneddon e síndrome de Guillain-Barré);
*quadros cardíacos: doença valvular mitral e coronariana;
*quadros dermatológicos: livedo reticularis e necrose de dedos e dérmica;
*quadros hematológicos: anemia hemolítica Coombs-positiva.
3) Durante o uso de medicamentos (hidralazina, procainamida, interferon, clorpromazina, quinidina, fenitoína e vários antibióticos, entre outros).
4) Pós-infecções virais (HIV), bacterianas (amigdalite inespecífica) ou parasitárias (Pneumocystis).
* Convém ressaltar que o LAC e o ACA não são os mesmos anticorpos e podem ocorrer independentemente. Na vigência de suspeita clínica, ambos devem ser pesquisados.
Setor:
Hematologia
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ANTICORPOS ANTI RECEPTOR DA INSULINA (r-INS)
Material de Coleta:
2,5 ml de soro.
Preparo do paciente:
Jejum de 4 horas.
Descrição do Exame:
Anticorpos anti Insulina
Anti receptores de insulina
Método:
Radioimunoensaio..
Consevação:
Congelado a -20°C: 10 dias.
Interferentes:
Hemólise e/ou lipemia acentuada.
Valor de Referência:
Negativo.
Interpretação:
O receptor de insulina pertence a uma familia de receptores de fatores de crescimento que tem atividade tirosina quinase intrínseca. Após a ligação da insulina, o receptor sofre autofosforilação em múltiplos resíduos de tirosina. Isto resulta na ativação da quinase do receptor e consequente fosforilação em tirosina de uma familia de substratos do receptor de insulina (IRS). De forma similar a outros fatores de crescimento, a insulina usa fosforilação e interações proteína - proteína como ferramentas essenciais para transmitir o sinal. Estas
interações proteína-proteína são fundamentais para transmitir o sinal do receptor em direção ao efeito celular final, tais como translocação de vesículas contendo transportadores de glicose (GLUT4) do pool intracelular para a membrana plasmática, ativação da síntese de glicogênio e de proteínas, e transcrição de genes específicos.
Setor:
Imunologia
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ANTIESTREPTOLISINA O
Material de Coleta:
1,0 mL de soro
Preparo do paciente:
Jejum de 8 horas
Descrição do Exame:
ASLO
Antiestreptolisina O
Método:
Turbidimetria.
Consevação:
Refrigerado 2 a 8°C:2 dias
Congelado -20°C:50 dias
Interferentes:
Hemólise e lipemia
Valor de Referência:
Até 200,0 U/I mL.
Interpretação:
A estreptolisina O é uma das toxinas extracelulares liberadas pelo Streptococcus beta-hemolítico do grupo A. Ela é capaz de induzir a síntese de anticorpos específicos, os anticorpos antiestreptolisina O (ASO), em cerca de 80% das infecções. Títulos elevados ou ascensão dos valores entre duas amostras indicam infecção aguda por estreptococcus beta-hemolítico do grupo A ou, seqüela pós-estreptocócica. Cerca de 80-85% dos indivíduos com febre reumática apresentam títulos elevados desses anticorpos. Os valores se elevam uma semana após a infecção aguda, alcançam pico num período de 2 a 4 semanas e se normalizam depois de 6 a 12 meses.
Setor:
Bioquímica
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ANTÍGENO PROSTÁTICO ESPECÍFICO, PSA
Material de Coleta:
Soro - 1 mL
Preparo do paciente:
Para realizar a dosagem, o paciente precisa atender às seguintes condições:
*Não ter ejaculado nas últimas 48 horas;
*Não ter feito exercício em bicicleta (ergométrica ou não),andado de motocicleta, praticado equitação nos últimos dois dias;
*Não ter usado supositório, recebido sondagem uretral ou feito exame de toque retal nos últimos três dias;
*Não ter realizado ultra-sonografia transretal nos últimos sete dias;
*Não ter feito biópsia de próstata nos últimos 30 dias.
Obs.: no caso de homens que tenham feito prostatectomia total (retirada total da próstata), o preparo não é necessário.
Descrição do Exame:
PSA
Marcador tumoral
Método:
Quimioluminescência.
Consevação:
Refrigerado 2 a 8°C: 7 dias
Congelado -20°C: 30 dias
Interferentes:
Todas as condições não respeitas na forma da coleta.
Valor de Referência:
80% dos normais: 0 a 4,0 ng/mL
Interpretação:
O antígeno prostático específico (PSA) é uma glicoproteína de cadeia única normalmente encontrada no citoplasma das células epiteliais, revestindo os ácinos e os canais da glândula da próstata é uma enzima com atividade proteolítica envolvida na lise dos coágulos seminais. Como as células neoplásicas também o produzem, o PSA tem sido utilizado como marcador de câncer de próstata, uma vez que se mostra útil como parâmetro auxiliar no diagnóstico, junto com o toque retal, o ultra-som e, eventualmente, a biópsia, e no acompanhamento de homens com câncer de próstata já diagnosticado e tratado, para a detecção precoce de recorrência da doença.
Na circulação sangüínea, o PSA pode ser encontrado na forma livre e na forma complexada com algumas outras proteínas, sobretudo a alfa-2-macroglobulina e a alfa-1-antiquimiotripsina. O PSA ligado à alfa-2- macroglobulina não é dosado pelos métodos habituais dos laboratórios clínicos.
O nível de PSA em homens com menos de 40 anos, em geral está abaixo de 4,0 ng/mL, enquanto em homens mais idosos, podem ocorrer níveis ligeiramente elevados.
Na hipertrofia prostática benigna, podem ser encontrados níveis moderadamente elevados.
Setor:
Endocrinologa
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ANTITROMBINA III
Material de Coleta:
Plasma citratado (citrato de sódio 3,2% proporção de 9 partes de sangue para 1 de anticoagulante).
Separar o plasma imediatamente após a coleta.
Contar o numero de plaquetas residual e caso tenha mais de 10.000/ mm3 repetir o processo de centrifugacao.
Separar o plasma em duas aliquotas de no minimo 2 mL cada e congelar imediatamente.
Preparo do paciente:
Jejum de 4 horas.
Informar todos os medicamentos utilizados nos últimos sete dias.
Descrição do Exame:
Anti trombina III
Método:
Quantificação funcional utilizando substrato cromogênico..
Consevação:
Congelada -20°C:10 dias.
Interferentes:
*
Valor de Referência:
83 a 128%
Interpretação:
A Antitrombina,também conhecida como antitrombina III é uma glicoproteína anticoagulante natural, que inibe a trombina e os fatores X e XI ativados. Sua deficiência está associada a um estado de hipercoagulabilidade, com o aumento do risco de trombose venosa.A deficiência congênita de antitrombina é um forte fator de predisposição a trombose venosa, sendo responsável por cerca de 5% dos casos de trombofilia. Pode ser dividida em tipo I, o mais freqüente e no qual há diminuição da concentração e da atividade de antitrobina, e tipo II, no qual se observa concentração normal de antitrobina com atividade diminuída (proteína mutante).
Entre as principais causas de deficiência adquirida de antitrobina estão a insuficiência hepática, a coagulação intravascular disseminada, a síndrome hemolítico-urêmica, a trombose venosa, a pré-eclâmpsia, a septicemia, a síndrome nefrótica e as enteropatias exsudativas.
Normalmente, a dosagem de antitrobina faz parte de um conjunto de exames para a investigação de trombofilia que inclui: pesquisa do fator V Leiden, pesquisa da mutação G20210A do gene da protrombina, dosagem de homocisteína, dosagem funcional de AT, dosagem funcional de proteína C, dosagem imunológica de proteína S livre e pesquisa de anticorpos antifosfolípides (anticoagulante lúpico e anticorpos anticardiolipina).
Setor:
Hematologia
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APOLIPOPROTEÍNA A-1
Material de Coleta:
1,0 mL de soro
Preparo do paciente:
Jejum de 8 horas
Descrição do Exame:
APO A1
Método:
Turbidimetria..
Consevação:
Refrigerado 2 a 8°C:7 dias
Congelado -20°C:30 dias
Interferentes:
Lipemia e Hemólise
Valor de Referência:
HOMENS: 90,0 a 170,0 mg/dL.
MULHERES:120,0 a 214,0 mg/dL.
Interpretação:
É usado na avaliação de risco para doença cardíaca coronariana; diagnóstico diferencial de hiperlipidemias. A apolipoproteína A é o principal componente do HDL-colesterol.Perfis bioquímicos com aumentos de apo B e/ou redução de apo A correspondem a fenótipos aterogênicos. A ausência das apoproteínas é rara, mas pode ocorrer, como na deficiência de apo A-1, na doença de Tangier, na abetalipoproteinemia ou na hipobetaliproteinemia familiar.
Setor:
Bioquímica
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APOLIPOPROTEÍNA B
Material de Coleta:
1,0 mL de soro
Preparo do paciente:
Jejum de 8 horas
Descrição do Exame:
APO B
Método:
Turbidimetria..
Consevação:
Refrigerada 2 a 8°C:7 dias
Congelada -20°C: 30 dias
Interferentes:
Lipemia e hemólise
Valor de Referência:
HOMENS: 55,0 a 140,0 mg/dL.
MULHERES:55,0 a 125,0 mg/dL.
Interpretação:
É usado na avaliação do metabolismo lipídico, avaliação de risco cardíaco. O termo apolipoproteína refere-se à fração exclusivamente protéica das lipoproteínas (porção estrutural que permite a manutenção dos lipídeos em solução durante a circulação na corrente sanguinea.Perfis bioquímicos com aumentos de apo B e/ou redução de apo A correspondem a fenótipos aterogênicos. A ausência das apoproteínas é rara, mas pode ocorrer, como na deficiência de apo A-1I, na doença de Tangier, na abetalipoproteinemia ou na hipobetaliproteinemia familiar.
Setor:
Bioquímica
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ARSÊNICO NA URINA
Material de Coleta:
Urina recente - Urina início ou final de jornada de trabalho.
Preparo do paciente:
Dieta: durante 3 dias que antecedem o exame, não comer frutos do mar.
Este exame é realizado em amostra de urina isolada.
No caso de avaliação ocupacional, a coleta deve ser feita no fim da jornada de trabalho do último dia da semana trabalhada.
Descrição do Exame:
Arsênico na urina
Método:
Espectrofotometria de absrção atômica(Geração de Hidretos).
Consevação:
Refrigerado 2 a 8°C: 7 dias.
Congelado -20°C: 30 dias.
Interferentes:
*
Valor de Referência:
Inferior a 15,0 mcg/g de creatinina (NR-7,1994,MT/Br)
IBMP: 50,0 mcg/g de creatinina (NR-7,1994,MT/Br)
Interpretação:
As exposições ao arsênico no ambiente de trabalho normalmente ocorrem por compostos inorgânicos. Aparece contaminando vários alimentos (especialmente peixes e crustáceos) e água. Deve-se sempre avaliar as fontes não ocupacionais e a dieta do trabalhador, para melhor correlacionar os níveis urinários do arsênico com a exposição ocupacional. O arsênico e certos compostos arsenicais são considerados carcinogênicos.
Setor:
Toxicologia.
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ARSÊNICO NO SANGUE
Material de Coleta:
10 mL de sangue total com Heparina.
Preparo do paciente:
Dieta: durante 3 dias que antecedem o exame não comer frutos do mar.
Não colher em local de trabalho.
Descrição do Exame:
Arsênico
Método:
Espectofotometria de Absorção Atômica (Gerador de Hidretos).
Consevação:
Refrigerado 2 a 8°C: 7 dias.
Interferentes:
*
Valor de Referência:
Menor que 10,0 mcg/L
Interpretação:
O teste se destina à identificação de indivíduos expostos ao arsênico de forma aguda. O organismo trata o arsênico como fosfato, incorporando-o de maneira competitiva nos processos de fosforilação oxidante. Isso resulta em redução de energia para as células.
Setor:
Toxicologia.
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ASPERGILLUS
Material de Coleta:
Soro - -10mL
Preparo do paciente:
Não é necessário preparo para este exame.
Descrição do Exame:
Aspergillus
Aspergillus anticorpos totais
Anticorpos anti aspergillus
IgE específico,mx1 fungos
IgE específico, m3 Aspergillus fumeghatu
Método:
Imunodifusão radial dupla.
Consevação:
Refrigerada 2 a 8°C: 7 dias
Congelada -20°C:3 meses
Interferentes:
Hemólise
Lipemia acentuada.
Valor de Referência:
Não reagente.
Interpretação:
A sorologia é utilizada como método auxiliar no diagnóstico da Aspergilose invasiva (pulmonar, meningea). Teste negativo não exclui a doença. A sorologia é positiva em 90% dos pacientes com Aspergilomas e 70% dos casos de Aspergilose broncopulmonar alérgica. Pacientes imunocomprometidos, em uso de corticoides e antibioticos tendem a ter títulos mais baixos ou indetectáveis. Reações cruzadas com Histoplasmose, Blastomicose e Paracoccidioidomicose podem ocorrer. Diagnóstico definitivo de Aspergilose requer visualização ou isolamente do Aspergillus.
Setor:
Toxicologia.
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Av. Nove de Julho, 1451
Tel.: (16) 3515-4500
2º a 6º, das 6h30 às 19h | Sábado, das 7h às 12h
Av. Nove de Julho, 1410 (Behring/Núcleus)
Tel.: (16) 3516-0100
2º a 6º, das 7h às 17h30 | Sábado, das 7h às 12h
Centro Médico RibeirãoShopping - sala​s​ 24 e 25
Tel.: (16) 3515​-4550
Segunda a Sábado, das 7h às 19h
Responsável Técnico: Dra. Maria das Graças Elias de Assis - CRF 8713-SP